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quarta-feira, 25 de junho de 2014

KTM 200 Duke: é pra incomodar mesmo.

Por Waldyr Costa
Imagens divulgação

A KTM 200 Duke estará chegando em maio de 2015.

Enquanto a maioria das tradicionais marcas penam para conseguir cerca de 25cv de um motor de 300cm³, a KTM arranca isso de seu  motor de 200cm³. O mesmo pode se dizer dos equipamentos e da qualidade empregada nesta pequena diabinha que é a Duke 200. É um produto muito bem feito, bem cuidado até nos mínimos detalhes. É essa a moto que vai ser o carro-chefe da KTM no Brasil a partir de maio de 2015. Vamos conhecê-la.


A "pequena grande" KTM tem porte de moto maior e desempenho apimentado.

A chegada da KTM no Brasil é aguardada com muita ansiedade. Quando foi confirmada a sociedade com a Dafra e o início das operações para dezembro de 2014, listando os modelos 390 e 200 Duke para abril e maio de 2015 respectivamente, houve uma certa euforia por parte de muitos pretendentes. Mas, antes de mais nada, vamos jogar um pouco de água fria nesta alegria juvenil: a KTM é uma marca premium, assim como BMW, Ducati e MV Agusta. Certamente seus preços não ficarão abaixo da concorrência, mas certamente suas motos oferecem muito retorno pelo investimento. É uma marca considerada uma das melhores "custo x pacote". Explico: o preço de aquisição das KTM são considerados muito justos pelo pacote de benefícios que acompanham os produtos, como alta tecnologia, desempenho esportivo, freios e suspensões modernos e muito eficientes, qualidade nos plásticos, metais e acabamentos, design arrojado etc.

Painel LCD totalmente digital com luzes-espia para piscas, i.e., shift, neutro, farol alto, freios e alerta.

A pequena 200 Duke só não é a menor da família porque existe o modelo 125. Mas lá estão todos os genes de uma verdadeira KTM. Desde a roda traseira até o farol, são componentes de alta qualidade. O painel é uma tela de cristal líquido que avisa até o consumo de combustível e a autonomia restante. Além, é claro, dos clássicos tacômetro (rpm), velocímetro (km/h), odômetro (km) e relógio. Tem ainda indicação da marcha engatada, temperatura e nível de combustível. Aparecem por escrito as condições críticas de alerta como: pressão baixa do óleo, nível de combustível baixo (reserva), temperatura do fluido do radiador (acima de 125ºC), cavalete lateral (apoio/pé) abaixado, pouca carga da bateria (abaixo de 11 Volts) e intervalo de manutenção excedido (quando você leva na autorizada para revisão, uma quilometragem "oculta" é reiniciada até a próxima revisão).

Há luzes-espia extra para o caso das motos equipadas com freios ABS e sistema de imobilização (opcionais).

O principal indicador do painel, com números grandes é o velocímetro, que pode se expresso em quilômetros por hora (km/h) ou milhas por hora (mph). No topo da tela está o tacômetro em 1.000 rpm, com precisão de 167rpm, ou seja, a cada 167rpm um "tracinho" acende na barra do conta-giros, que vai até 13.000rpm, embora o motor não atinja essa rotação toda. Logo abaixo, no canto superior esquerdo está o indicador de marcha engatada. No canto inferior esquerdo está o termômetro de arrefecimento, com 13 barras no gráfico. Na parte inferior central está o relógio. No canto inferior direito está marcador de combustível com 9 níveis. À direita do velocímetro está o odômetro, que também pode marcar em milhas ou quilômetros.



Se a moto entrar na reserva o indicador TRIP F aparece e começa a contar do zero a quilometragem. Há também o marcador TRIP/ODO, que é a quilometragem principal, e os marcadores TRIP 1 e 2, odômetros parciais até 999,9km, sempre no mesmo local da tela. Ao centro da tela são selecionáveis as informações de tempo de viagem + velocidade média, velocidade média + consumo médio, consumo médio em L/100km (padrão europeu) + km/L (ou o mesmo em milhas para ambos os casos), consumo médio + quilometragem que falta até a próxima revisão, quilometragem que falta até a próxima revisão + autonomia restante do tanque, autonomia restante + tampo de viagem. Não ouse comparar com nossos conhecidos painéis das motos nacionais.



Também pode ser ajustado pelo painel a rotação para o "shift light" (luz de aviso para troca de marcha ao atingir determinada rotação) em dois modos, o 1 é para uma rotação mais baixa e ela fica piscando, já o 2 é para uma rotação maior e ela fica acesa permanentemente. Duvido que exista no planeta um painel mais completo que esse para uma moto de baixa cilindrada. Esse é um padrão KTM. Parece até que estou fazendo propaganda, mas é apenas um fato.

O tanque de combustível tem capacidade para apenas 11 litros e conta com tampa esportiva. 

A KTM promete uma autonomia superior a 300km com um tanque de combustível, mesmo pilotando ela de maneira esportiva. Isso sugere um consumo médio de aproximadamente 30km/L mesmo andando forte, que é superior a maioria das 125cc andando no limite. As 250 ficam na casa dos 20km/L nas mesmas condições. Pesquisando um pouco sobre usuários na Europa e na Ásia, encontrei médias de consumo de 28 a 41km/L, dependendo das condições de pilotagem.



Muito bom para um motor que passa dos 10.000 giros para entregar mais de 25cv de potência máxima. Além de que tem uma velocidade limite bem alta. Em alguns países vêm com um limitador que age a cerca de 135km/h (no painel) e onde não há esse limitador a velocidade no painel supera os 160km/h (indicados na tela da moto), mas considere um erro no velocímetro para maior. A máxima real deve ficar ainda acima dos 140km/h, excelente para uma moto de apenas 200cc. E a aceleração de 0-100km/h está na casa dos 9 segundos, impressiona também.

Freios com ABS Bosch série 9M é o que há de mais evoluído.

A excelência do conjunto de frenagem é o retrato do esforço da KTM em juntar o chassis (quadro) e as suspensões com um conjunto que não deixe a desejar em nada a nenhuma outra moto. Os freios dianteiros contam com pinça de  4 pistões montado radialmente com um discão de 300mm, é um sistema Brembo com ABS Bosch 9M, que pode ser desativado para aumentar a diversão na hora da brincadeira. O poderio do conjunto dianteiro é superior aos que equipam muitas motos com até mais que o dobro de sua cilindrada. O traseiro é um sistema simples também assistido por ABS.

O tanque tem grandes rebaixos laterais na altura do joelho para encaixar piloto de qualquer estatura.

O assento fica a 81cm do solo. Não é baixo, mas também não é alto. Serve bem a várias estaturas e permite uma pilotagem mais esportiva sem ficar muito próximo do chão nas curvas mais radicais. O banco é confortável para o piloto e se divide em dois níveis, ficando para o garupa o nível 2. A ergonomia parece bem estudada para ofertar ao piloto uma pilotagem prazerosa e natural, com bastante espaço para que seja encontrado o melhor posicionamento a cada situação.



As alças do garupa são tipo "manete" com ancoragem unilateral. Ali ao lado está a chave para liberar o banco do garupa, sob o qual fica preso o jogo de ferramentas. As pedaleiras do passageiro e piloto são emborrachadas para melhorar o conforto e reduzir as vibrações. O pedal de câmbio tem regulagem de altura através do link secundário.

Suspensão traseira com balança sofisticada e freios com gerenciamento ABS. Acima, o mesmo sistema na 390 Duke.

A balança traseira da 200 Duke é leve, de alta qualidade. Com design e funcionamento semelhante ao da irmã maior 690 Duke. O amortecedor traseiro é da WP, com alta eficiência na estrada e extrema dureza torcional. A suspensão dianteira impressiona com bengalas invertidas de 43mm semelhante aos usados na esportiva top RC8 R de 1.100cc, tem pintura em preto anodizado e a qualidade da marca WP Suspensions. Igualmente leves, rígidas e estáveis, as rodas permitem o uso de pneus bem largos para uma 200cc, sendo 110mm na frente e 150mm (!) na traseira, uma medida que a uns 10 anos atrás víamos em motos de 750cc. Mas ajuda muito em aderência e durabilidade, visto que a moto é leve. Se os pneus que vierem montados nos modelos "Made in Brazil" forem os mesmos MRF revz FC/C, a aderência é "chicletal" e duram acima da média.

Tecnologia de ponta até nos parafusos. A KTM é uma marca de excelência em engenharia motociclística.

A injeção eletrônica não destoa do conjunto tecnológico da moto, contando com uma moderna e avançada central de gerenciamento. Trabalhando junto com o câmbio de 6 marchas, a 200 Duke consegue excelente desempenho e alta economia de combustível. Além de contar com um conversor catalítico ajustado para as rígidas normas européias, que garante limpeza na exaustão, superando as exigências atuais da nossa legislação. Falando em escapamento, o silenciador conta com três câmaras e é posicionado centralizado abaixo do motor para otimizar a centralização das massas, facilitando ainda mais a manobrabilidade desta pequena KTM.

Em ação na estrada. O conjunto ciclístico é exemplar. "State of the art tecnology" (tecnologia em estado de arte).

O motor da 200 Duke foi uma "costela de adão" do motor da 125 Duke. Ele foi minimalisticamente modificado para obter 60% de aumento na capacidade cúbica e também na potência. Novas câmaras, válvulas maiores, piston maior, embreagem toda nova, nova caixa do filtro de ar e novo sistema de escape. O resultado disso é 25cv e um torque gordo numa larga faixa de rotações com bastante suavidade. O comando de válvulas duplo foi copiado da superesportiva RC8R e atuam em duas câmeras distintas. O desenho deste sistema oferece não somente grande resistência e durabilidade, como também baixíssima fricção graças ao revestimento de carbono extra-duro nos berços das câmaras, liberando assim mais potência.

Parece tudo, menos uma simples 200cc.

O resumo da obra é perceptível após ler este texto. Um moto muito avançada como nunca tivemos aqui no Brasil. Nenhuma moto em nosso mercado é par para esta KTM, exceto se sua prioridade for preço. A euforia dos jovens é plenamente justificável, uma vez que uma máquina dessa oferece prazer, emoção, status, visibilidade, destaque, economia e diversão acima de tudo. O preço deve ser um pouco salgado, mas que valerá cada centavo investido.


FICHA TÉCNICA

Motor: monocilindro, quatro tempos, refrigeração líquida e duplo comando no cabeçote.
Capacidade volumétrica: 199,5cc
Taxa de compressão: 11,5:1
Potência máxima: 25cv @ 10.800rpm
Transmissão: 6 velocidades
Alternador: 12V, 238W
Óleo do motor: 1,5 litros
Arrefecimento: 1,0 litro
Tanque: aproximadamente 10,5 litros (1,5 litros na reserva)
Suspensões: WP Suspension com 150mm de curso
Freios: Brembo com ABS Bosch 9M
Discos de freio: 300mm dianteiro e 230mm traseiro
Entre-eixos: 1.367mm (± 15mm)
Peso (sem combustível): 132kg (com ABS)
Altura do assento: 810mm
Distância livre do solo: 170mm
Bateria: 12V 8Ah
Pneu dianteiro: 110/70 R17 54S
Pneu traseiro: 150/60 R17 66S


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67 comentários:

  1. Caraca! Agora a bagaça ficou séria!!! heheheh...

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  2. Tô vendo que a Dafra e KTM vão colocar os preços nas alturas, como todas as outras montadoras fazem no Brasil. Já estão preparando o terreno. Quando surgiram as notícias de a KTM voltaria ao Brasil, anunciavam que o preço seria para "revolucionar" o mercado de motos no Brasil. Agora já se fala em um "preço salgado". To vendo que essa moto vai ficar na casa dos 20.000.

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    1. Não é para tanto, amigo. Uma Dafra Next 250 custa pouco mais de R$ 12.000,00. A 200 Duke não vai custar muito mais que isso, deve ser nessa faixa. Imagine que 14 mil não será injusto pelo pacote tecnológico que a moto tem, e é o preço de uma CB300R, que é uma moto muito inferior a ela tecnologicamente. Também não dá pra fazer um avião com a verba de um balão. A KTM não é maquiagem como a maioria dessas motos enfeitadas do mercado, você paga pelo que tem. Como eu disse na matéria, quando você compra uma MV Agusta, sabe o que está querendo. Não é bijouteria, é jóia mesmo.

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    2. Pois é Waldyr, Deus te ouça. A minha esperança é de que ela fique exatamente entre 14k/15k, porque acho que se passar de 15k, muita gente que queria (como é o meu caso), vai deixar de lado. Tenho uma suzuki intruder 125 e queria passar para uma moto maior/melhor. Quando soube que a suzuki traria a Inazuma para cá, fiquei contente e aguardei, com a intenção de trocar a minha intruder na inazuma. Porém, quando lançou com o preço de 15900 ficou inviável, pois acho que a moto não vale tudo isso. Novamente vou aguardar o lançamento da duke porque a moto é linda dimais, mas estou meio que com um pé atrás quanto a KTM/DAFRA colocar um preço competitivo/justo na duke. Mas vamos aguardar, e novamente, Deus te ouça !

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    3. Eu fui numa loja da dafra e conversei com um vendedor e ele disse que aquela loja venderia a duke 200 e a duke 390, a 390 parece que vai sair por 20mil. a duke 200 entre 13 e 15 mil (como é Brasil deve ser 15 mil). vai saber, vamos aguardar..

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    4. E alguem tem idéia de quando realmente chega essa moto? Abs.

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    5. A previsão inicial, há 6 meses, era para março/abril de 2015. Procure uma concessionária próxima a você.

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    6. Entrei em contato com Autostar na Av. Bandeirantes, uma das primeiras revendedoras KTM de SP e me informaram que a Duke 200 e 390 começarão a produção em Maio e irão começar a comercializar em Junho. Preço estimado de R$15mil dilmas falidas para a Duke 200 e R$20mil para a 390.

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    7. AH.. e esqueci de informar, já é possível reservar a moto por R$200 dilmas falidas. Só não gostei muito do financiamento... o vendedor me passou 50% e 24x com juros de 2.33% ao mês.

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    8. penso o seguinte, cada um compra o que cabe no bolso, se acha que 15 pilas é muito pra moto, compre uma fazer ou uma cb300 e seje feliz, se nao tem condiçoes de bancar, entao nem pense em comprar. eu por exemplo, tinha 15 pilas pra comprar uma moto, ao invez de comprar estas porcarias nacionais, comprei uma bandit 600 com apenas 23 mil km originais, de um unico dono. e estou super satisfeito.

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  3. Nunca tive uma moto de verdade...só tive uma 50 cc....tem problema da minha primeira moto ser uma duke 200?vou me acostumar com o peso dela?estou tirando carteira e confesso que a volta da ktm ao Brasil foi uma grande motivação! Abraços a todos! :)

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    1. Não tem problema. Apenas seja comedido, respeite os seus limites e os da moto, bem como as leis de trânsito. Seja consciente. Há muita diversão que pode ser obtida com toda a segurança. Procure uma boa auto-escola - é difícil e a maioria não presta - se puder complete com um curso de pilotagem. A Duke 200 é muito leve e não será problema se você não for extremamente baixo. Esteja ciente de que você está começando e precisa aprender bastante, não se deixe levar por atitudes irresponsáveis de outros. Você pode ficar muito bom piloto sem precisar ficar se comparando nem competindo nas ruas e estradas. Seja curioso e aprenda um pouco de mecânica também. Boa sorte e muita diversão com a sua futura KTM.

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    2. Compraria uma moto de 5 marchas, com mais torque em baixas/médias rotações, tipo uma Fazer.

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  4. Oi, Waldyr,
    excelente relatório, bem detalhado mesmo, parabéns!
    Estive na Orange (autorizada KTM em Belo Horizonte) para tentar comprar a Duke 200 (ou obter informações mais completas e detalhadas); não consegui nem uma coisa nem outra... O site da KTM para o Brasil também é uma confusão só, com notícias defasadas, a maioria das página em línguas mescladas (português e inglês) e pouca informação.
    O vendedor me informou que a venda das Dukes começaria no início de Março, mas que ele não tinha uma data certa; achei muito estranho, tendo em vista que faltam apenas 2 semanas para o "início de março". Ele até foi bastante atencioso, mas não conseguiu me passar nenhuma informação mais concreta e/ou relevante, algo que eu já não tivesse lido online. Me mostrou um lista de nomes na "fila de espera" para a compra da Duke; calculando assim "no olho" tinha umas 400 pessoas na fila antes de mim. Outra coisa que me incomodou foi que ficou bem evidente que "a venda" começaria em Março, mas a entrega da moto não tinha uma previsão concreta, especialmente para alguém que estaria "lá no fim da fila". Disse também que a KTM estaria se preparando "para não deixar moto faltar", mas achei que isso já era mais conversa de vendedor do que realidade.
    Apesar de tudo, gostei muito da estrutura da loja, muito clara, limpa e bem organizada; gostei do atendimento, muito cortês; gostei do que disseram sobre peças sobressalentes, falando que "só a Orange BH tinha feito um pedido de mais de 490 mil dólares em peças para estoque e que, se por uma infelicidade faltasse alguma peça, nem que fosse um parafuso, ela seria retirada de uma moto zero km para não deixar o cliente esperando.
    O meu grande problema é que estive para comprar um Honda XRE 300 (0Km, sem ABS, modelo 2014, R$13.990,00), mas resolvi aguardar mais um pouco achando que a Duke valeria mais a pena, tanto por ser uma KTM quanto por suas características individuais - melhor freio, melhor suspensão, melhor painel, mais econômica e (talvez) pela marca - melhor confiabilidade, melhor durabilidade/robustez, melhor atendimento.
    Estou fazendo um curso em outra cidade e percorro duas vezes por semana a BR-381 (duplicada e em ótimo estado até o momento) por cerca de 120 Km, perfazendo cerca de 2.000 Km por mês, a maioria em estrada asfaltada em boas condições.
    Gostaria de obter sua opinião: vindo de minha moto atual, uma Sundown STX 200 Motard, me restringindo a faixa de R$15.000,00, estou fazendo a coisa certa ao aguardar a Duke ou estaria melhor adquirindo outro modelo como a XRE ou uma diferente que você poderia indicar?

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    1. Olá Henrique, obrigado por participar e opinar. A compra de uma moto é mais uma coisa pessoal do que técnica. É como aquela garota que você paquera a um tempão: podem existir outras mil, mas você quer "aquela". Mesmo que se arrependa, não há nada como o sabor de conquistar um sonho. Não há problema em esperar, e vindo da STX200, não estará em outro mundo. Claro que a gente não pode exigir que a KTM, que está começando, tenha a mesma capacidade da Honda, que está em nosso mercado desde os anos 70 e é lider com 85% de vendas e muitas centenas de revendas à disposição do cliente. As KTM são motos premium, são diferenciadas. Elas lhe darão um grau de satisfação que as motos básicas de nosso mercado não oferecem. Tecnicamente ela é superior a qualquer moto atualmente (fev/2015) no Brasil, com cilindrada equivalente. A insegurança e o risco que se têm com a chegada de uma nova marca é comum. Aconteceu com a Harley, com a Kawasaki, com a Ducati, e a Triumph, entre outras, que tiveram experiências ruins com representantes e resolveram montar uma "filial". No começo a coisa é meio devagar porque ninguém sabe como realmente vai ser na prática. Se você ainda está bem com a STX, siga em busca do seu sonho, às vezes é preciso paciência e perseverança para realizá-lo. Acredito que até o meio do ano deve estar tudo bem mais resolvido com a KTM. Considere apenas que esta moto exclusiva pode ser mais difícil de revender que uma dessas motos que já têm nome no mercado. Mas leve em conta também que, se você comprar outra moto e a Duke ficar disponível mais cedo do que espera, você poderá se arrepender e não ter a verba para trocar novamente de moto, sem contar que não realizou seu sonho. É tudo o que posso lhe dizer, mas a decisão é sua. Independente do que decidir, só quem vai saber se a decisão foi a melhor, ou não, é você mesmo. Muito boa sorte e pilote consciente.

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  5. acabei de ligar para a dafra de sao luis ma, o vendedor disse q nao faz ideia de quando a moto chegará aki e dificilmente isso ocorrerá em abril. Cansei de esperar, vou de next250 mesmo.

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    1. Você procurou no lugar errado. As KTM serão vendidas peals lojas KTM. As cidades de Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Goiania têm loja KTM. Acesse http://www.ktm.com/br/concessionarios-servicos/rede-de-concessionarias-ktm.html e procure entrar em contato, se for do seu interesse.

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    2. Na Orange BH (Autorizada Flagship KTM) já me informaram que o início das vendas das Dukes foi adiado para Junho e mesmo assim, sem uma data concreta (o que leva a crer que pode ser novamente modificada). O fato é que a disparada do dólar deve ter tido um efeito muito perverso na definição dos preços desses modelos (pois praticamente tudo é importado), dificultando em muito o início das vendas (o que fazer? vender com prejuízo? vender suprimindo a margem de lucro a quase zero? ou esperar o dólar estabilizar num patamar mais "concreto"?) Talvez o fato de que a expectativa de vendas sobre esses modelos "mais acessíveis" seja tao grande que a fábrica esteja receosa em dar início as vendas sem um plano concreto de continuidade de longo prazo, o que incluiria preços estáveis tanto para os modelos quanto para as peças de reposição. Eu continuo aguardando, mas entendo que nem todo mundo pode ficar esperando "indefinidamente".

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    3. É, fica difícil com a instabilidade neste momento. Não gosto de especular, mas a fila de novos modelos na porta do Brasil é grande, no momento em que o mercado se reassentar vai começar a avalanche de lançamentos. A mídia procura sempre pregar o pessimismo, talvez se ela tivesse feito uma campanha de incentivo à recuperação de nosso mercado, estaríamos numa situação bem melhor. Mas hoje em dia é tudo manipulado, o que você vê, lê e ouve não é a verdade exata, ou é muito pior ou é uma verdade distorcida.

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  6. Moto top, mas o tanquinho de 10,5 litros achei pouco.

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    1. Olá Henry, considere que é um modelo esportivo. Ela deve ter autonomia de mais de 300km com um tanque, não é razoável pelo menos?

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    2. Tenho uma XTZ 125, na juventude tive uma XR 200 e era muito boa. Pra me reintegrar no motociclismo recomecei de baixo e no final do ano trocarei por uma moto maior, pensei na Teneré 250 ou na Lander mas essa KTM Duke 200 é um sonho de moto, provavelmente vou estudar com muito carinho e atenção a possibilidade de compra-la.

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  7. aí galera o vídeo da duke 200 provavelmente de algum latino sortudo! https://www.youtube.com/watch?v=7cnuyHXAdgA
    breve nós teremos a nossa! vejam o vídeo e constatam:essa moto é demais!!!! perfeita!!!!
    Chega de motos japonesas! Chega! :)

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  8. Mas como fica a parceria com a dafra? Pois vi que aqui na minha cidade a dafra esta quase fechando as portas, só tem moto usada, não sei se a KTM continua com essa parceria tão fraca, e outra, vo um video no YouTube de um cara que trabalha vendendo motos na europa e o cara é brasileiro, e ele fez uma análise da KTM duke 390 e ele disse que a moto tem um bom motor mas peca nas peças de reposição, que lá é bem comum essas motos KTM de baixa cilindrada ficarem paradas um tempo grande até achar peças. Ele disse que lá na europa já não é muito jogo ter uma, e aqui no Brasil muito menos, mas a moto em questão parece muito boa essa duke200

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    1. Olá Jtaday.
      A Dafra monta pra muitas marcas boas, quanto a isso não é problema. Em relação às peças, a KTM nunca vai ter uma disponibilidade de peças igual a Honda e Yamaha (que já não são boas). Quanto mais exclusividade, mais restrito é o mercado de peças. Isso é normal, embora indesejado. Compre uma moto top e precise de uma peça que você vai sentir o drama, qualquer que seja a marca. A BMW, por exemplo, também tem problemas com peças de reposição na Europa, assim como tem no Brasil. Aqui é pior, claro. Mas, enfim, se você não quer passar por isso, opte por uma nacional de baixa cilindrada, que também tem boa qualidade e não vai faltar peças de reposição no mercado. As motos de média e alta cilindrada sofrem do mesmo mal. Recentemente precisei esperar 2 meses por um simples retentor de óleo da bomba d'água.

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  9. Bela descrição da moto Waldyr, informações que esclareceram algumas distorções que vi em comentários e vídeos sobre a moto, principalmente sobre o rendimento do motor em estrada, enfim... Hoje passei numa concessionária Dafra aqui de São Paulo, segundo o vendedor essa semana mediram a área de exposição e definiram onde as KTM's ficarão, reunidas em uma área específica e separadas das demais e devem chegar as primeiras unidades em uns 45 dias, ou seja, Junho! Aguardemos ansiosamente!! Quanto à disponibilidade de peças, tenho uma Dafra Riva a 3 anos (42.000km) e nunca sofri com falta de peças, ta certo que a moto nunca quebrou nada, mas creio que a KTM irá aproveitar a rede de distribuição Dafra para disponibilizar peças de reposição.

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    1. Certamente Douglas. Obrigado pela participação e pelos elogios.

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  10. meu amigo, se for 15.000 reais está baratíssima para os padrões do mercado brasileiro. senão vejamos; suspensão monolink, arrefecimento liquido. freio a disco nas duas rodas (brembo), motor 200cc (25cv), suspensão dianteira invertida.

    agora comparemos com as brasileiras "concorrentes":

    fazer 250, (20cv), supensao comum, arrefecimento a ar; 13.000 mil
    cb 300, (26cv), 16.000 mil
    ninja 300cc, a unica que poderia competir, 20.000 mil

    comparando com as 150.
    fazer 150 cc (14cv), freio a disco apenas dianteiro arrefecimento a ar, suspensão a desejar, 9 mil
    bros 160, freio a disco opcional traseira. arrefecimento a ar. 12 a 13 mil.
    (nosso mercado de 150 é fraco, e o de 250/300 caro)

    conclusão, esses são os 15.000 reais bem mais pagos numa moto aqui no Brasil. KTM duke 200. se este for realmente o preço. se for, ficarei surpreso.

    ja vou começar a juntar grana, mas né pra subir de categoria não. é pra subir de nivel. hehe

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  11. Mandei uma mensagem para a orange BH, e me responderam falando que a Duke 200 vai custar 14 mil e a PREVISÃO de chegada é no começo de agosto. Se for dessa forma mesmo, creio que serei o um futuro proprietário de uma. Ia comprar uma ninja 250 usada, mas resolvi esperar e ver noque vai dar...

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  12. Mensagem padrão enviada pela Orange BH:

    "Agradecemos o seu contato.
    A KTM Duke 200 2015 no valor de R$14.000,00, este prevista para chegar a loja na primeira semana de Agosto.
    Temos financiamento e parcelamento em até 12x no cartão de crédito, consulte taxas."

    Resta aguardar para ver se essas informações, passadas sem compromisso via e-mail, vão se confirmar.

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  13. Resta saber também se a versão que teremos da Duke 200 será COM ou SEM ABS... ou mesmo se irão fazer como outras marcas e "cobrar um extra" pela versão com ABS, mesmo sabendo que no resto do mundo o ABS faz parte das especificações da moto (é de série e não "um extra"). Infelizmente, temos que continuar aguardando... Um MÊS e MEIO e contando...

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  14. Liguei para a Orange BH e conversei diretamente com o vendedor. Segundo ele, estão falando que vai chegar na primeira semana de agosto, mas provavelmente vai chegar antes, estão dizendo agosto caso haja algum imprevisto. Ainda segundo o vendedor a 200 não terá ABS, embora no próprio site da KTM diga o contrário ( http://www.ktm.com/br/naked/200-duke/ ). Porém, mesmo sem ABS, se confirmar o preço mesmo, ainda dará de 10 a 0 em qualquer concorrente... Na próxima terça, 23 estará a mostra na loja a 390, ainda não disponível para test ride. Vou lá dar uma olhada, visto que estéticamente as duas são idênticas mudam somente a motorização e o ABS.

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    1. Obrigado pelas informações. É muito importante vocês compartilharem coisas assim aqui no Jornal do Motociclista pois muitas pessoas interessadas visitam essas páginas diariamente. Boa sorte. E que a Duke venha com ABS e a R$ 14k.

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  15. Waldyr, o que você me diz do fato da Duke 200 não ser vendida nem na Europa e nem nos EUA? Você já conseguiu encontrar algum teste de longa duração deste modelo em alguma revista ou site confiável?

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    1. Olá. Antes de qualquer coisa, não é demérito nenhum um modelo específico não ser vendido em determinado mercado. Sobre os EUA, é simples: eles não gostam de motos de baixa cilindrada. Sobre a Europa, a moto já é vendida na Rússia, Eslovênia, Turquia e Grécia. É um modelo novo e que ainda vai chegar em outros países. A prioridade da KTM é entrar nos mercados onde o poder aquisitivo é mais limitado, porque onde o consumidor é mais abonado, ela já briga pela liderança com as motos grandes mesmo. Como a moto ainda está "chegando", é normal que não haja material de teste disponível na imprensa. Isso não desabona o modelo de 200cc. Só pra constar, na Europa, a 125 Duke é vendida, e é dela que a 200 deriva. Há um modelo de 250cc, só na Eslovênia, que é derivado da 390 Duke. Cada nicho de mercado tem suas particularidades. Eu sempre torço para que marcas como Aprilia, Guzzi, KTM, MV Agusta, Ducati, Indian, Victory, Benelli, Norton e Royal Enfield, entre outras, consigam se estabelecer bem no Brasil. Algumas delas já estão aqui, outras estão procurando formas de chegar. Elas serão necessárias para a evolução e diversificação do nosso mercado de uma maneira positiva.

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    2. OK, mas essa moto foi lancada em 2012.. 3 anos deveria ser tempo mais do que suficiente para termos algum teste de longa duração em algum veículo de imprensa especializado em alguma parte do mundo. De fato, tanto a 125 quanto a 200 e a 390 são muito parecidas; bastava um teste de longa duração de qualquer um desses modelos para termos um bom parâmetro de informações, no entanto não consegui encontrar um teste desse tipo de nenhum dos 3 modelos. Só achei reviews e "primeiras impressões", o que, por mais completo que sejam, não nos dão algumas das informações mais cruciais a serem consideradas na hora da compra.

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    3. Se você sabe ler inglês, têm vários testes/avaliações de longa duração, discussão em foruns, etc. Nesses tempos de crise as publicações não compram mais motos só para testes de 50 ou 100 mil km, nem os fabricantes cedem uma moto por um ano. Procure em foruns e afins que é mais fácil ter. Tem material em russo e indiano também. às vezes é a maneira de buscar que não lhe dá o que procura. Numa rápida olhada encontrei alguns links em inglês:
      http://overdrive.in/features/od-garage-ktm-390-duke-after-10000km-and-11-months/
      http://www.visordown.com/road-tests/long-term-test-ktm-duke-390-review/23724.html
      https://www.youtube.com/watch?v=Qu-Uq2yzgIg
      http://www.ktmduke390forum.com/forum/ktm-duke-390-rc390-reviews/11466-my-honest-review-ktm-390-a.html
      http://www.xbhp.com/talkies/bike-reviews/26889-duke-390-long-term-ride-review.html
      http://www.motorbeam.com/2014/09/bikes/ktm-duke-390/2014-ktm-duke-390-long-term-report/
      Mas se isso for imprescindível para sua compra, há muitos outros modelos no mercado que podem atender às suas necessidades.
      Boas pesquisas.

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  16. Duke 200, previsão para Julho agora, preço R$ 16.000,00. Levando em consideração a tecnologia embarcada se compararmos com a CB300, Next 250, Fazer 250, acho que o preço o valor está consistente, não que seja barato, mas se tratando de Brasil... já sabem

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    1. Sinto muito, mas ouvi diretamente do Vendedor de uma concessionaria Flagship KTM que será R$14.000,00. Prefiro acreditar nele e faz mais sentido que a fábrica tenha optado por reduzir o preço no modelo inferior com a exclusão do ABS (com certeza reduz o preço em pelo menos R$1.000,00, fazendo cair do estimado anteriormente em R$15.000,00). As motos concorrentes na mesma faixa ou não tem o ABS ou cobram "um extra" a mais por ele, então acaba fazendo todo o sentido mercadologicamente. Em termos de "valor consistente" ou mesmo "justo" ou "adequado" temos de levar em consideração não só a "tecnologia embarcada" mas também o custo de manutenção da moto (simplesmente não há alternativas de reposição de peças fora das concessionárias, pelo menos num primeiro momento; dificilmente haverá peças paralelas de boa qualidade disponíveis; a manutenção da Duke VAI ser muito mais cara que das concorrentes SIM; o risco para quem não faz seguro da moto então nem se fala...) e também o valor de revenda da mesma (já li em fóruns da India que por lá o valor de revenda da moto cai vertiginosamente, independente do estado de conservação ou quilometragem rodada; não hã razão para acreditar que aqui será diferente). Está claro que a moto é melhor que as concorrentes no mercado nacional, dentro da mesma faixa de preço, mas daí a dizer que vale mais $$ é bobagem... De forma alguma dá para esquecer dos fatores de depreciação, especialmente nesse momento de entrada tanto da fábrica quanto do modelo no mercado nacional.

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  17. Duke 200 - 6 marchas - 26HP - ABS - 140 Kg - refrigeração liquida - susp. invertida R$ 16.000,00
    CB 300 - 5 marchas - 26,5 HP - ABS - 151 Kg - refrigeração ar - R$ 14.518,00
    Fazer 250 - 5 marchas - 20,9 HP- s/ ABS - 153 Kg - refrigeração ar - R$ 13.145,00

    Ta mais que na hora de a Yamaha atualizar a Fazer, aumentar uns cavalinhos. Ou, lançar um modelo Bicilindrico próximo da MT 25.

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    1. Só a Fazer aí está com o preço correto, as demais pode acrescentar 1000 Dilma$

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  18. Pessoal, é melhor aguardar a moto chegar nas concessionárias. Só então pesquisem o preço na sua região. As especulações ainda são muitas. No site oficial da KTM no Brasil (http://www.ktm.com/br/naked/200-duke/) as especificações não mencionam freios ABS, então é mais provável que venha sem.

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  19. 17 mil Dilma$. Foi o que me falou a vendedora lá no standa da KTM no Brasília Motocapital.

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  20. E agora, que a CG300 está sendo liquidada por 11.900?
    Mais. E agora, que a CB300F (agora sim, uma moto diferente da CG), vai ser lançada nesta mesma faixa de preço?

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  21. Isso porque esqueci de mencionar a poderosa Z300 (são 40 cavalos, amigos), a 18 mil?
    Os 15 mil na KTM ainda são os mais bem gastos?

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  22. Fui à concessionaria hoje em BH. Achei a moto interessante, peca no acabamento de plástico nos protetores de freio e embreagem, protetor de corrente e piscas. Ainda não havia uma disponível para test drive. Achei o banco um pouco desconfortável também um pouco duro. Mesmo na 399. Já que o que muda é apenas motos e freios. R$ 15.990,00

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  23. boa a tarde a todos.estive hoje a pouco no Alphaville Lagoa dos Ingleses BH/MG no final do Independencia 2015 e la estava o estande da KTM e fui muito bem recebido pelos profissionais da marca, bate um papo com o sr.Ronaldo Elias e ele me ofereceu a moto para uma volta dentro do condominio. fiquei surpreso com tamanha agilidade da motocicleta leveza e acabamento o motor sobe rapido os giros resposta rapida, e a moto é linda pessoalmente.minha proxima aquisiçao daqui a um tempo...Alexandre Magno DT-180 1982 Placa Preta.

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  24. PArabéns pela matéria, muito completa e esclarecedora. Sobre a moto, sem comparaçao com os modelos que Honda e Yamaha oferecem aos consumidores Brasileiros. Temos um modelo TOP, uma das melhores que só encontramos na Europa, agora no Brasil. Fazer 250 e CB 300 são
    carroças se comparadas com a DUKE 200.

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  25. Agora é oficial, fui na Concessionária aqui em Campinas e o preço é R$ 15.900,00, mas com a crise, se tiver dinheiro à vista, sai negócio bom. A moto ao vivo é linda! Só não comprei porque tenho que vender minha Fazer 150 antes. Pelo que pesquisei, a qualidade das motos desta marca é ótima (Austria = 1º mundo), então, a manutenção não é problema.

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    1. A KTM, em qualidade, não deve nada a BMW, Ducati, MV Agusta e Triumph. Atualmente é o maior fabricante de motos da Europa (vendas).

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    2. Acabei de ir na concessionária de Campinas, moto linda, moto perfeita, vem final de ano "1ª da lista de aquisição rsrsrs" .

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  26. peças origem indiana , ta loko , melhor a r3 da yamaha , moto é japonesa , não inventa .

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    1. Olá Leonardo, obrigado por participar. A Yamaha R3 é produzida exclusivamente na Indonésia. Todos os países asiáticos industrializados, assim como os outros países, têm condição de produzir produtos de qualidade. Quem determina a qualidade de um produto é o projeto e não a especulação. Boa sorte e pilote consciente.

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  27. ja estou economizando para comprar a minha,Se vier com abs é perfeita.Miguel Targo

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  28. ja estou economizando para comprar a minha,Se vier com abs é perfeita.Miguel Targo

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    1. Olá Miguel, obrigado por participar. Acho que a 200 Duke não terá opção de ABS, pelo menos por enquanto. Mas, se houver procura, quem sabe eles não incluem esta opção? Entre em contato com a fábrica através do site ou do SAC e pergunte sobre esta possibilidade. Já a 390 Duke vem com ABS de série. Boa sorte e pilote consciente.

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  29. O meu medo de adquirir uma moto dessa e as peças, estou muito afim dessa moto
    mas esse problema e o que me impedi de possuir uma KTM duke 200

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    1. Olá, Evandro. Para adquirir uma moto dessas, você tem que assumir que está disposto a adquirir uma "quase exclusividade" e que a manutenção fica restrita às pouquíssimas autorizadas disponíveis - embora a rede Dafra vá atender a este modelo também. Se este não é o seu caso e você não se sente confortável com isso, é melhor não comprar mesmo. Boa sorte e pilote consciente.

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  30. Vou comprar uma mês que vem, desisti da bros 160: tá dando muito problema e a honda fica enrolando pra resolver.

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    1. Boa sorte Juliano. Obrigado por participar.

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  31. Eu tenho esta a moto há 4 meses há erros em alguns pontos da reportagem. Ela não tem abs, o banco é duro demais, bem desconfortável. A Duke 390 que vem com ABS. Não há a opção de se escolher o ABS na Duke 200.

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    1. Olá Thiago. Essa publicação saiu quando foi planejado seu lançamento no Brasil (junho/2014), mas ainda não se sabia a versão e a data do lançamento. A matéria é baseada na versão feita para a Europa e apresentada no EICMA. Só em 2015 é que resolveram qual versão lançar (sem ABS) para o preço ficar mais atraente.

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  32. Eu adquiri a Duke 200 aproximadamente 4 meses. Ela não tem ABS nem como opcional. O banco é duro demais, não há nada de confortável. irma mais velha dela é a 390.

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    1. Olá Thiago. Essa publicação saiu quando foi planejado seu lançamento no Brasil (junho/2014), mas ainda não se sabia a versão e a data do lançamento. A matéria é baseada na versão feita para a Europa e apresentada no EICMA. Só em 2015 é que resolveram qual versão lançar (sem ABS) para o preço ficar mais atraente.

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  33. Pena que tem cara de mosquito. Fui na z300 mesmo.

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  34. Pensando em adquirir a 200, no entanto li boatos que a 200 viria com a opção de ABS em 2018, alguém tem alguma fonte segura? Porque se vier com ABS vou aguardar.

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