Translate

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

KAWASAKI Z300 2015: naked radical com 39cv e mecânica da Ninja 300.

Por Waldyr Costa
Imagens divulgação.

Nasce a naked mais radical da categoria até 300cc. A Kawasaki Z300 inicia uma nova era.

Depois de muitos boatos, imagens vazadas e outras coisas mais, todo mundo já sabia da naked de 300cc da Kawasaki. Mas somente durante o salão de Milão, na Itália, - EICMA 2014 - ela foi oficializada. Conclamada pela Kawasaki como a primeira “supernaked” de 300cc do mercado, a Z300 chega fortemente amparada pela fama da sua “Costela-de-Adão”, a Ninja 300, que lhe cede toda a mecânica para um desempenho de destaque nesta categoria. 



Quase uma irmã gêmea da Z800, a Z300 é um apelo irresistível aos admiradores das nakeds esportivas. Ela veio acompanhada da gêmea Z250, que será restrita ao mercado asiático. Se uma das duas vier para o Brasil, certamente será a Z300, pois a “Ninjinha” - como foi carinhosamente apelidada - já fez fama no mercado das verdadeiras esportivas de baixa cilindrada e os seus 39cv são bem convincentes para “puxar” o interesse dos jovens motociclistas brasileiros para ela. 


CONCEITO

Copiando o estilo de design das irmãs maiores Z800 e Z1000, a Z300 tem o característico visual da linha Z da Kawasaki. Os traços de “supernaked” sugerem músculos com a força dos quase 40cv que nascem no motor, assegurando destaque para a pequena naked no meio da multidão. É evidente o alto nível de acabamento e o cuidado nos detalhes com a Z300. A vantagem desta pequena naked esportiva é que seu motor não foi amansado em relação à superesportiva da qual deriva, como sempre acontece com as nakeds maiores. Ou seja, a Z300 é uma Ninja 300 sem carenagem. Mesma mecânica e desempenho, apenas nua e crua como a Ninjinha é por dentro.


Falar da ciclística e motor da Z300 é revisitar as páginas da descrição técnica da Ninja. O quadro desenvolvido nas pistas de competição e o moderno motor de 296cc com dois cilindros paralelos e refrigeração líquida, oferecem desempenho e estabilidade capazes de colocar um sorriso no rosto de qualquer jovem piloto. A posição de pilotagem mais relaxada, com guidom mais largo, melhora o controle, facilitando a vida do feliz proprietário no trânsito urbano. Tanto em visual como em desempenho, a Z300 está pronta para ser o destaque da festa.


Algumas características de design se sobressaem na Z300: o farol é compacto, no estilo daquele da Z800; guidom no estilo fat-bat (não tão “fat”) - o fat-bar é um guidom com diâmetro assimétrico, muito utilizado no off-road e que está virando item obrigatório nas nakeds mais esportivas, tem a parte central com maior diâmetro (mais gordo, por isso o nome “fat”, do inglês), onde encaixa na mesa, e vai “afinando” conforme chega nas extremidades, com isso ele tem mais resistência sem perder a leveza - ele é acoplado à mesa pelo mesmo tipo de suporte utilizado na Z800; as formas do corpo da Z300 são musculosas e transmitem, visualmente, muita robustez; a rabeta é curta e afilada, acentuando a esportividade do modelo.


A performance de Ninja é a melhor herança da Z300: motor bicilíndrico em linha; sistema de dupla borboleta no corpo de aceleração; torque e potência em qualquer rpm; aceleração forte; e tecnologias vindas das competições. Entre elas destacam-se a embreagem esportiva de ação suave com função de limitar o contra-torque (freio motor) nas desacelerações para evitar o travamento da roda traseira (simplificando: embreagem deslizante); quadro com elevada estabilidade, capaz de absorver totalmente qualquer esforço dinâmico (torção) que o motor possa gerar; as rodas são iguais às da Ninja 300 e a traseira é vestida com pneu de 140mm, oferecendo aderência e estabilidade esportiva; ciclística de alta sensibilidade com baixa vibração e excelente dissipação de calor; e disponibilidade de sistema de freios com ABS, opcionalmente.


DESIGN 

Uma das características da série Z da Kawasaki é manter o visual das nakeds com a “musculatura” concentrada na frente da moto e a traseira compacta e curta. Isso acentua o perfil agressivo, deixando a moto mais atlética e saudável aos nossos olhos. Numa olhada rápida, a impressão que temos é de que a Z300 é uma 600cc. Pela aparência ela já diz que não é uma qualquer. Os retrovisores têm design poligonal (com vários lados), num estilo mais “edge” ou “sharp” e oferecem boa amplitude de visão para trás. 


Pelas informações divulgadas pela Kawasaki sobre o farol, não fica bem claro se ele é o mesmo da Z800 ou é um clone em escala menor. Porém utiliza as mesmas funções e características, bem como o pequeno escudo defletor sobre a caixa do farol. Seu formato compacto é um importante elemento de design para definir a Z300, como define, uma inegável naked “Z” da Kawasaki. Os sinalizadores (piscas) também foram copiados da Z800 e utilizam lentes de alta transparência, reforçando o cuidado que a Kawa teve com todos os detalhes e a qualidade da Z300.


Para ressaltar o aspecto agressivo, o tanque é duplamente vincado na parte superior, criando relevos que nascem na base anterior e se prolongam à frente, criando um ombro musculoso sobre ele. Isso ajuda a diferenciar a Z300 entre a maioria das nakeds de baixa cilindrada do mercado. A capacidade é de 17 litros, o que lhe dá autonomia equivalente aos modelos de maior cilindrada. Combinando com as linhas do tanque, a rabeta flui para a lanterna traseira multifacetada, sob a qual se encaixa o suporte da placa, com luz dedicada, mantendo o padrão da série Z.


O motor toma uma grande área visual numa moto naked, então o seu desenho e acabamento também são elementos fundamentais para compor um conjunto visualmente atraente e agradável. Por isso a Z300 recebeu cuidado especial nas tampas laterais do motor, com os detalhes da série Z e a logomarca da Kawasaki estampada no lado direito. Assim também foi cuidada a capa do pinhão e o protetor da corrente de tração. 


O painel de instrumentos é um dos componentes da Z300 que mais se destaca pelo design, passando uma sensação de modernidade, tecnologia e alta qualidade para quem o observa. O tacômetro (conta-giros) analógico, porém eletrônico, toma grande parte do painel com fundo de leitura branco e gráficos em laranja e vermelho. A legibilidade é muito boa e as informações disponíveis incluem: velocímetro, relógio, nível de combustível, dois odômetros parciais mais o principal e um indicador de gasto de combustível que aparece no painel quando a pilotagem favorece o baixo consumo. A iluminação é feita por leds na cor âmbar, que são suaves e permitem boa nitidez para leitura noturna.


O design de uma moto não deixa nunca de ser uma obra de arte. Mas como toda obra de arte, exige grandes mestres e talentos excepcionais para criar conceitos de muita beleza e equilíbrio, que transmitam a sensação de agradabilidade, prazer, curiosidade, contemplação e desejo. No mercado encontramos conceitos decepcionantes, principalmente das marcas menos afortunadas e pouquíssimas obras realmente deslumbrantes. 


As grandes marcas recorrem ao uso de vários cérebros para criar um novo conceito e utilizam muitos departamentos para pesquisar, projetar, desenvolver e finalizar; são anos de trabalho árduo até a conclusão. A série Z da Kawasaki é um desses conceitos dignos de elogio. E uma vez definido o conceito, fica muito mais fácil para os projetistas criarem derivações para vários tipos de motorização e uso. A Z300 é um exemplo de design bem planejado e executado, que certamente coroará a arquitetura da Kawasaki com mais um sucesso.


CICLÍSTICA

O quadro da Z300 é o mesmo da Ninja, formado por tubos de aço em configuração “diamante”, com alta dureza e resistência. Os tubos principais, direito e esquerdo, são feitos com aço de altíssima rigidez e junto com os reforços estruturais permitem alta resistência às torções longitudinais. Eles têm uma suave curva abaixo do tanque que ajuda a otimizar o equilíbrio do quadro. A ancoragem que recebe a parte superior frontal do motor é dotada de coxins de borracha para absorver boa parte das vibrações sem repassá-las ao quadro. A balança traseira tem perfil retangular e a distância entre-eixos pode variar de acordo com o tamanho da coroa adotada para comercialização em cada país.


As bengalas dianteiras têm tubos telescópicos de 37mm de diâmetro, balanceados para obter boa rigidez para pilotagem esportiva e conforto para as onduladas ruas das cidades, tendo ação inicial mais suave e rigidez progressiva. Na traseira a suspensão é a consagrada Uni-Trak da própria Kawasaki, eficiente na maioria das condições de pisos e velocidades, mantendo calibração similar à suspensão dianteira, com conforto na cidade e estabilidade nas curvas. Possui 5 níveis de ajustes na pré-carga da mola, selecionáveis com a ferramenta disponível no kit que acompanha a moto.


Os freios da Z300 contam com um largo disco de ø290mm acionado por um cáliper de dois pistões na dianteira, enquanto que atrás está um disco de ø220mm com pinça simples. Ambos os discos têm recorte em formato de pétala para melhor dissipar o calor gerado nas frenagens. As pastilhas são de resina com características de boa durabilidade e excelente sensiblidade para o controle no acionamento dos freios. Está disponível a versão equipada com freios ABS da Nissin (para o modelo ER300B), cuja unidade eletrônica é a mais compacta e leve disponível atualmente no mercado, o suficiente para ela caber sob o tanque da moto.


O conjunto de rodas também é o mesmo da Ninja, feitos de liga-leve com 10 raios e medidas 17x2,75 polegadas na frente e 17x4 polegadas atrás. Os pneus que calçam a Z300 foram desenvolvidos em conjunto com o fabricante de pneus especificamente para esta moto, com perfil baixo, esportivo, tipo diagonal (não radial).


Uma das coisas que diferencia a ciclística da Z300 para a Ninja 300 é a ausência dos semi-guidões, na Z300 é utilizado um guidom, que é mais largo e deixa a posição de pilotagem mais elevada, confortável, com mais flexibilidade e agilidade para uso urbano. Isso faz a Z300 ser mais apropriada para o dia-a-dia no trânsito pesado do que a Ninja 300. Além disso, em posição mais relaxada e natural na Z300, o trajeto fica menos cansativo, seja ele na cidade ou na estrada, com ou sem garupa. 


Outra contribuição relacionada com o guidom é a altura do assento (com revestimento anti-derrapante) , que está a apenas 785mm (78,5cm), facilitando o acesso de pilotos com qualquer estatura e permitindo apoiar os dois pés no chão quando necessário. O assento também é estreito na parte mais próxima ao tanque, ajudando nas manobras para estacionar. 


As pedaleiras são de alumínio mas não contam com revestimento de borracha, em compensação oferecem mais sensibilidade ao piloto. Já o garupa "conta com a ausência" de ter onde se sustentar firme com as mãos, embora tenha um par de encaixe para as mãos, entre as suas pernas e o assento do piloto, que ajuda na hora das acelerações, mas deixam o passageiro sem sustentação nas frenagens mais fortes. Para conhecimento, o peso total da moto é de 168kg (170kg com ABS), com tanque cheio.


MOTOR

O motor da Ninja 300 veio parar na Z300 sem ser mexido para menos, como sempre acontece com as nakeds maiores. Este motor deu boa fama à Ninja. Com boas respostas de torque em baixas e médias rotações, ele se torna agressivo em alta, com boa aceleração e velocidade final (se for igual à da Ninja, vai ficar lá pelos 180km/h). Porém cobra um consumo alto para quem pilota mais forte, ele “bebe” igual a uma moto maior se quiser tirar o melhor. Portanto, empolgação dói no bolso: fato. Embora que, deixar as outras nakeds de 300cc e 250cc comendo poeira ou cheias de inveja, faça parte da brincadeira - claro que com responsabilidade e de forma civilizada, sem cometer irregularidades ou burrices no trânsito.


Os pistões têm a cabeça revestida com alumite endurecido até na altura do anel superior, são bem leves, com a “mini-saia” curta e lisa. Sob o pistom existem várias furos que borrifam o óleo lubrificante na parte interna e um canal na borda distribui o fluxo por toda parte inferior, otimizando a lubrificação e a durabilidade. O berço do eixo do pistom é reforçado para reduzir o risco de ruptura. Os cilindros não têm encamisamento, são fundidos e chapeados em liga de alumínio, com ampla área para circulação do fluido de refrigeração, o que reduz a massa do bloco. A taxa de compressão é cuidadosa e ficou em 10,6:1, um valor que não é alto e ajuda a evitar o excesso de calor das altas compressões, que invariavelmente comprometem a durabilidade do motor.


A defasagem de 180º entre os pistões deixa o motor com vontade de gritar, de estar subindo de giro e ficar por lá. Para passar a cilindrada de 250cc para 300cc a Kawasaki manteve o diâmetro dos cilindros e alterou curso dos pistões, que favorece a obtenção de mais torque e também minimiza os custos de produção, já que ela mantém o motor de 250cc para a Ásia e pode compartilhar muitas peças entre ambos. Mesmo assim foi mantido o regime máximo de rotações e houve bom ganho de força nas rotações intermediárias. E ainda, além do aumento de torque, a potência máxima ganhou 6cv de incremento, passando dos 33cv na 250cc para 39cv na versão 300cc.


As vibrações são minimizadas pelo eixo balanceador e por coxins de borracha em alguns dos pontos de ancoragem do motor no quadro, resultando em funcionamento suave tanto em marcha lenta como em velocidade de cruzeiro. As válvulas de admissão são generosas, com 23,5mm de diâmetro. O cuidado com a eficiência da lubrificação está estampado na capacidade de 2,4 litros de óleo que o cárter do motor pede a cada troca, quando feita juntamente com o filtro do tipo cartucho (daquele que fica dentro do motor).


A maioria dos motores modernos está usando duas borboletas para otimizar a carburação feita pela injeção eletrônica - antes que alguém reclame do termo carburação: a mistura do ar com o combustível para produção do composto inflamável se chama carburação e foi isto que deu nome ao engenho chamado de carburador, não o contrário. O resquício do carburador ainda permanece na forma do corpo de aceleração (as borboletas também são acionadas pelo cabo do acelerador), onde estão as válvulas (borboletas) que controlam o fluxo de ar da mistura. 


Esse motor de 300cc utiliza esse sistema de duas válvulas no corpo duplo de aceleração, como resultado, a maior eficiência promove partida mais fácil, funcionamento linear, menor consumo e melhor desempenho. As borboletas primárias têm 32mm de diâmetro e as secundárias 40,2mm, com maior capacidade de “respiração” para o motor manter altas rotações. Os injetores são compactos e leves, têm furos de apenas 60µm (0,0006cm) e fazem mais que vaporização, a esse nível costuma-se chamar atomização. 


A embreagem faz seu show à parte com o sistema auto assistido e deslizante, uma tecnologia utilizada nas motos superesportivas e nas premium, oriunda das pistas de motovelocidade. A função é simplesmente evitar o travamento da roda traseira nas desacelerações ou reduções (de propósito ou por erro), quando o torque é “invertido” devido ao corte de combustível. O sistema também melhora a eficiência da embreagem deixando a operação mais leve no manete, além de fazer o acoplamento mais rápido e mais forte, agilizando a “pegada” do motor. 


As engrenagens das marchas também foram melhoradas e reforçadas, especialmente a última marcha. A 1ª marcha foi encurtada e a 6ª foi alongada, a coroa passou para 42 dentes. A reformulação do conjunto consegue tirar mais do motor com equilíbrio e versatilidade. Finalizando, o sistema de refrigeração utiliza um novo sistema de direcionamento do fluxo de ar “puxado” pela ventoinha do radiador, jogando o ar quente para baixo e evitando que o calor fique cozinhando as pernas e as partes baixas do piloto, especialmente no caótico trânsito urbano. Outras melhorias presentes no motor é a corrente de comando com atrito reduzido e o sistema elétrico que gera energia de forma mais silenciosa.




Você sabia?

O efeito de “travamento” da roda traseira causado pela desaceleração, que também é conhecida como freio-motor, tem a mesma intensidade e sentido contrário ao torque que o motor é capaz de fornecer na aceleração ou retomada e é proporcional ao grau de desaceleração na manopla do acelerador. Quanto maior o motor, mais torque ele tem, mais freio motor ele é capaz de gerar. Se exagerar, a roda  traseira parece travar, mas na verdade ela está numa rotação muito menor que a roda dianteita. 


Torque é a força capaz de girar um eixo, como a força que aplicamos numa chave de fenda para apertar um parafuso - é uma força em forma de alavanca. Por isso que o torque é mais importante do que potência para quem usa a moto, ela serve para acelerações e retomadas, enquanto que potência é mais para velocidade final. 


A forma mais utilizada para medir tanto o torque como a potência é aquela que usa o dinamômetro, que pode ser de mesa ou bancada, para aferir somente o motor, ou de rolo, para verificar o resultado na roda traseira da moto, que é mais eficiente pois já dá o resultado considerando as perdas mecânicas e o que realmente estará disponível para o piloto. 


Com esses métodos é traçado um gráfico (desenho) do desempenho ao longo das rotações e assim se conhece o comportamento do motor, permitindo que se faça uma análise dos pontos fracos e fortes. É a maneira que as fábricas e as equipes de competição utilizam para desenvolver ou melhorar seus propulsores.


Tópicos relacionados:
Benelli BN302 (ler).
BMW G310R (ler).
KTM 390 Duke (ler).
Honda CB300F (ler).
Suzuki GW250 Inazuma (ler).
Yamaha MT-03 (ler).

49 comentários:

  1. Gostaria de andar,passear em uma motomaravilha dessa...
    Obrigada,

    ResponderExcluir
  2. Afinal, quando a máquina estará a venda no Brasil?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Cley, repassei a sua pergunta à assessoria de imprensa da Kawasaki. Estamos aguardando a resposta. Fique atento.

      Excluir
    2. Caro Cley, a Kawasaki ainda não tem previsão para a chegada da Z300 no Brasil. Isso não quer dizer que ela está fora dos planos. É comum as montadoras sustentarem esse tipo de informação até o limite para não dar fôlego à concorrência. Mas estaremos atentos a qualquer novidade. Nos acompanhe também pelo Facebook (facebook.com/jornaldomotociclista), pois algumas informações mais "quentes" aparecem lá antes de trabalharmos as matérias para publicarmos aqui. Abraço e boa sorte.

      Excluir
    3. http://g1.globo.com/carros/motos/noticia/2015/04/kawasaki-ostenta-com-h2-mas-aposta-na-z300-como-lider-no-brasil.html

      Excluir
    4. Rapaz achei um xará isso e raro kkkkkk

      Excluir
  3. Muito linda essa moto e, quando chegar ao Brasil irá detonar a cb300 lixo.

    ResponderExcluir
  4. Estava financiando minha Ninja 300 quando vi esta matéria fantástica sobre a Z 300. Esperarei por ela...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A espera será breve Antônio. Já pode comemorar. Ela chega em julho.

      Excluir
  5. Por favor, não utilizem linguagem ofensiva - tais postagens serão/foram removidas/excluídas. Comentem à vontade, com educação.

    ResponderExcluir
  6. Existe alguma previsão de preço dessa maravilha?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá.
      Por enquanto só a data de início das vendas, para julho.
      Eles devem estar aguardando o comportamento da cotação do dólar, que pode variar bastante em três meses.

      Excluir
  7. Estou tirando minha habilitação, experiência zero até agora rsrsrsrsrs, irei comprar essa danadinha aí e usar com muita prudência. Fazer 250/CB300/Next 250 já eram, pelo menos pra mim!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. amigo, vai com calma e comece por baixo, vai por mim, fique com Deus e juizo.

      Excluir
  8. Respostas
    1. Olá, Rodrigo.
      É característica das nakeds ter assento mais baixo, que é uma vantagem para a maioria, a não ser que você tenha mais de 1,90m de altura.
      Neste caso seu corpo se encaixa melhor numa adventure.

      Excluir
  9. Está confirmada a vinda da mesma para julho ? Se estiver vai ser o melhor presente de aniversario que já ganhei, afinal 18 anos é uma data muito esperada !!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Rogério Oliveira e Wesley Felipe. A Kawasaki informou oficialmente o início de vendas para julho, ainda sem preço definido. Assim que sair o valor publicaremos no www.facebook.com/jornaldomotociclista.

      Excluir
  10. esta confirmada a vinda pra julho?? a quanto ela vai ser vendida/

    ResponderExcluir
  11. Waldyr Costa,vc sabe dizer quanto ela vai custar aqui no Brasil ?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Rogério Oliveira e Wesley Felipe. A Kawasaki informou oficialmente o início de vendas para julho, ainda sem preço definido. Assim que sair o valor publicaremos no www.facebook.com/jornaldomotociclista.

      Excluir
  12. Bom dia, Waldyr.
    Sou o terceiro na lista de espera na revenda de minha cidade (Vitória - ES)!!!
    Segundo o vendedor o preço da Z300 deverá ficar entre 17 e 19 mil, dependendo do comportamento do dólar, infelizmente...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa sorte Antônio. Uma coisa é certa: ela tem que ser mais barata que a Ninja 300.

      Excluir
  13. BOM DIA,JA ESTOU VENDENDO MINHA FAZER 250/2014 PRA PEGAR ESSA MARAVILHA VERDE,VAI ARREBENTAR COM CB E FAZER,SO ASSIM AS CC VÃO ABRIR O OLHO COM A KAWA,GUILHERME...

    ResponderExcluir
  14. Sou louco por moto,e essa Z300 encanta qualquer um que gosto de motos naked,mas pagar 19,000 mil é melhor andar de carro.

    ResponderExcluir
  15. Sou louco por moto,e essa Z300 encanta qualquer um que gosto de motos naked,mas pagar 19,000 mil é melhor andar de carro.

    ResponderExcluir
  16. Muito baixa pra quem tem acima de 1,80 mas no mais é uma excelente moto....mas como tenho 1,85, vou continuar com minha xre300

    ResponderExcluir
  17. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Esse comentário foi removido devido ao uso de linguagem pornográfica.

      Excluir
  18. Pocha ela tem um apelo fantástico , era isso q eu queria
    Só que já estou no consórcio da CB 300

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Charlys. Procure saber sobre compra/venda de cota de consórcio no seu concessionário Kawasaki (Honda), ou mesmo se eles aceitam carta de crédito da Honda. Às vezes o dono de uma revenda Honda é o mesmo dono de outra Kawasaki e aceitam este tipo de permuta. Não estou afirmando que vai funcionar, é apenas uma tentativa. Se você estiver bem no início das parcelas do consórcio, talvez valha a pena parar e entrar em outro. Uma vez que você estiver com uma moto contemplada em consórcio, só poderá vendê-la após quitá-lo. Excluí o primeiro comentário porque ficou repetido. Quando enviar um comentário basta clicar uma vez, senão entra um monte de repetição aqui. Valeu pela participação.

      Excluir
  19. bom meu nome é ruã e estou pensando em adquirir um consórcio dessa belezura mais estou na dúvida se o custo de manutenção dela e muito cára e se peças delas sao dificeis de comprar e coisas desse tipo pode me ajudar?
    e só essa a duvida que eu quero saber se pra revenda ela tem um indice bom, e se o custo de manutenção e menos que o da cb 300.......

    ResponderExcluir
  20. Olá, Ruã. O custo de manutenção de qualquer moto é aquele básico, que é "consumido" pela moto (ou que se gasta) em alguns meses: combustível, lubrificante, filtros, velas, pastilhas de freio, tração e pneus, mais a frequência de manutenção preventiva recomendado pela fábrica. A questão do preço de peça de reposição por acidente, eu não considero como custo de manutenção: piscas, retrovisores, carenagens etc. Eu lhe aconselho a ir na revenda e pesquisar o preço das revisões programadas, incluindo mão de obra, material e peças. Veja por quanto sai o km rodado. Depois compare com outra moto que tem em mente. Claro que pastilhas de freio, por exemplo, não vai ser o mesmo custo de uma moto com desempenho menor. Uma moto com mais desempenho custa mais porque ela precisa de um quadro mais robusto, o mesmo acontece com suspensões, freios, tração, pneu etc. Se você quer mais desempenho, se prepare, pois isso quase sempre pesa mais no bolso. A começar pelo consumo, pois se você escolher uma moto "mais forte" é porque vai acelerar mais, então não vai dar mais pra exigir os tantos km/litro que a outra fazia. Embora se você pilotar calmamente pode até conseguir um consumo igual ou superior, vai ser difícil você conter seu ímpeto nos primeiros meses. Leve em consideração que quase toda cidade do Brasil com mais de 75 mil habitantes tem assistência da Honda, o que não acontece com a Kawasaki, que fica restrita somente às maiores cidades do seu estado, dependendo da cidade que você morar, isso pode entrar nas contas do custo de manutenção. Pesquise, pois só você pode decidir se o custo de uma ou de outra compensa o investimento. Tudo nesta Z é mais refinado/melhor que na CB, então considere isso também no "custo x benefício" final. Boa sorte e pilote consciente.

    ResponderExcluir
  21. Boa noite!

    Estou pensando em comprar a Z300, mas antes gostaria de saber algumas opiniões de pessoas que já compraram, do tipo, valeu mesmo a pena, mais ou menos ou se arrependeu?
    Obrigado!

    ResponderExcluir
  22. Waldyr, com toda humildade, parabenizo vc pelos posts, pelo blog, ja li e leio muitos sites sobre motos mas até hoje vejo vc como um dos caras mais competentes pra descrever sobre motos, não há uma moto sequer que eu tenha dúvidas que elas não sejam sanadas lendo o blog, meus parabéns mm, continue assim pois isso ajuda e é crucial para entender e decidir qual moto comprar.. Abcs brother...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Tovarisch, muito obrigado, espero ser realmente merecedor e estar sempre à altura das suas boas críticas. O feedback do leitor é muito importante para quem escreve. Valeu pela participação. Abraços.

      Excluir
  23. Excelente apresentação e maravilhosas fotos! Um ótimo trabalho.
    Se possível, gostaria de umas dicas. Estou super a fim de comprar uma moto dessas, considerando que aqui na cidade onde moro estão vendendo por R$ 19.000 (à vista e sem ABS - se não posso divulgar esse valor, favor editar o post), preço este que achei interessante visto que a Honda está falando em R$ 20.000 pelo scooter SH300i (que certamente nem se compara em tecnologia e desempenho a esta moto). Nunca fui um grande apaixonado pelas motos, porém um colega me fez pegar o gosto de dar umas voltas nos sábados de sol.
    A questão é que faz 2 anos que tenho habilitação e as únicas motos em que andei, foram a CG da autoescola e o scooter Lead que comprei há 1 ano. Será que eu consigo pilotar esta moto? Por motivos óbvios, não existe a possibilidade de fazer test drive e tenho receio de comprar e não conseguir andar com ela. Ainda, não estava a fim de comprar no momento uma moto menor "só para dar umas voltas", pois perde-se muito dinheiro na venda e é sempre um transtorno conseguir revender ou trocar. Abraço!

    ResponderExcluir
  24. Olá CSS.

    Obrigado, ainda bem que você gostou desta matéria.

    Sobre esta moto, claro que você consegue pilotar. Bastar ter cuidado para ir se habituando aos poucos com o comportamento da moto e não enrolar o cabo do acelerador até o fim "pra ver quanto ela dá”, como fazem muitos. Começar com uma moto dessas não é assustador como fazem parecer. Você logo se acostuma com o câmbio e o uso da embreagem, que no scooter é muito mais fácil devido ao câmbio automático. Tenha cautela com o acelerador e pilote em velocidade moderada, dentro dos limites legais. Só isso já garante muito a sua segurança.

    De resto, tenha cuidado com os outros veículos no trânsito, pois tem muito maluco por aí. Mas compre uma moto que você goste e tenha condições financeiras de manter, isso é muito importante, porque implica em segurança (novamente). Com um ano de experiência, você já sabe o que é pilotar, mesmo tendo sido com um scooter/cub, os cuidados são os mesmos.

    O que aumenta é que você vai ter um veículo capaz de circular em rodovias com segurança para viajar, coisa que uma moto com motor muito pequeno, abaixo de 250cc, não oferece. Nas estradas, dependendo de qual for, estar a 100km/h pode ser muito devagar, principalmente onde trafegam caminhões grandes, como carretas, treminhões, cegonhas etc. O que leva a erros e acidentes é, na maioria dos casos, o exagero (para mais ou para menos) e a falta de cuidado/respeito. Mas é claro que nada garante 100% de segurança.

    Se fosse uma moto de alta cilindrada, certamente eu não recomendaria, mas até mesmo uma moto média “grande” como a Honda NC750X, por exemplo, não é difícil para quem está começando. Já uma esportiva como a Suzuki GSX-R750, certamente é um risco para quem não tem um bom tempo de experiência e habilidade. É a mesma cilindrada, mas são coisas diferentes, uma tem 50cv a outra tem 150cv.

    Qualquer coisa abaixo de 50cv é mais tranquilo para o iniciante. A moto só corre se você acelerar, então depende de você, uma 250/300cc não é risco nenhum como primeira moto para quem é responsável e consciente. Vá em frente e realize seu sonho. Tome cuidado para não estragar tudo por uma bobagem. Tudo tem seu tempo certo, você terá a sua própria habilidade evoluindo e lhe deixando capaz de se divertir com responsabilidade.

    Boa sorte e pilote consciente.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito obrigado Waldyr, por suas preciosas dicas. Ainda não me decidi, mas confesso que cheguei a cogitar a compra de uma GSX-R750, ano 2013 e que está sendo ofertada por um preço bem interessante. Não imaginava que ela tinha toda essa potência. Porém pesa o receio de comprar uma moto usada e ter problemas mecânicos. Abraço.

      Excluir
  25. Eu tenho 1,80 de altura, será que a Z300 fica pequena para mim?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá amigo. Só você verificando pessoalmente, às vezes é questão de opinião. Eu, por exemplo, não vejo problema com a sua altura. Mas vá a uma revenda e peça para regularem a suspensão à sua altura. Pergunte sobre o limite de ajuste do guidom. Veja se lhe agrada. Você não é tão alto assim, tem uma boa altura para a maioria das motos. Se você tivesse mais de 1,95m realmente iria ser difícil se encaixar numa moto pequena. Boa sorte.

      Excluir
  26. Olá, boa tarde!

    Tenho 1,58 de altura, será que eu conseguiria colocar os dois pés no chão?

    Obrigada!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Thais. O melhor é você mesma testar, pois assim terá sua própria opinião a respeito. Vá a uma loja e fale com o vendedor. Diga que está interessada mas precisa saber se vai se sentir segura com a altura do assento. Peça para regular a suspensão traseira na posição mais macia, que também é a mais mole e a que ficará mais baixa quando montar na moto. Se a regulagem tiver na mais dura ela quase não cede e ficará pior para você. Isso dependerá também do seu biotipo, ou seja, do comprimento das suas pernas (que pode variar entre duas pessoas com a mesma altura) e do seu peso. Não creio que seja difícil você conseguir, já que não é muito baixa, tem quase 1,60m. Pelo menos a metade da frente dos pés suponho que consiga, é a parte que mais usamos o tempo todo. Se decidir pela compra, depois que der umas boas voltas nos conte aqui o que achou, fique à vontade. Boa sorte e pilote consciente.

      Excluir
  27. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  28. Olá Pedro Magnus, me desculpe pela a sua postagem ter sido apagada acidentalmente, mas repostei aqui a sua pergunta:


    Boa Tarde.

    Meu nome é Pedro Magnus.

    Primeiramente parabéns pela postagem, auxiliou bem sobre algumas dúvidas que tinha.

    Minha maior dúvida é em relação á posição do garupa. O passageira ficará curvado igual ao passageiro da Ninja 300 cc?

    Se compararmos a z300 com a cb twister, qual é mais vantajoso comprar?
    Analisando todos aspectos: km/L, Desemprenho, peças, mobilidade urbana, etc.

    Respondendo:

    Primeiramente são duas motos distintas.

    A Twister ainda é uma moto nova e sua durabilidade e manutenção são incógnitas, mesmo sabendo que a Honda costuma fazer produtos de qualidade, temos recebido muita reclamação em relação ao motor de 300cc da marca, principalmente na nossa fanpage do Facebook. Se a Honda resolveu substituir a CB300R pela Twister, é porque precisou de um produto mais competitivo e, logicamente, o novo produto deve ser melhor (em termos). A Twister vem competir na faixa dos produtos mais econômicos e não é uma concorrente (de verdade) da Z300. A proposta dela é economia e baixo custo de manutenção, mais voltada para o lado utilitário. Não fizemos matéria com a Twister porque a Honda não forneceu imagens nem dados suficientes. Tentamos obter a moto para avaliação, para fazermos as fotos e colhermos os dados não fornecidos, mas não fomos atendidos.

    A Z300 é uma moto mais esportiva, que prioriza o desempenho e a agilidade. Como toda esportiva, ela será menos confortável que uma que não seja. Ela vem com um pacote mais sofisticado que o da Twister, é mais ágil e ganha em aceleração e velocidade. Mas a Kawasaki não tem a cobertura de concessionárias e o bom valor de revenda das Honda. A Z300 é uma moto melhor, mas tem suas desvantagens: consumo, manutenção e valor de revenda.

    Na verdade escolher entre elas é simples:

    Se você prioriza o baixo custo de uso e vai usar a moto de forma mais utilitária, a Twister é a mais indicada.

    Se você quer uma moto mais esportiva e vai usar a moto mais para o lazer, a Z300 ganha a indicação.

    Considere suas prioridades. Vá vê-las pessoalmente, analise acabamento, qualidade do produto, a posição do garupa (que pra você é relevante) e preço de peças de reposição (pneus, tração, filtros, pastilhas etc) e revisões. Veja se há possibilidade de fazer um test-drive. Compare tudo e você terá dados para decidir. Cada um tem seu gosto e ponto de vista. O seu pode diferir do meu e isso não significa que um ou outro esteja mais certo. Mas você é quem vai saber o que será melhor para si próprio.

    ResponderExcluir
  29. Boa tarde,

    O que mais me deixa chateado é uma informação no meu ver bem relevante, a capacidade de peso que a moto suporta, tudo bem que devo fazer um mega regime, mas em todas as motos que eu vejo, nunca falam na capacidade de carga... se tiveres esse dado da Z300 ficarei muito contente!

    Um grande abraço e obrigado por escrever um ótimo artigo!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá. A Kawasaki não disponibilizou essa informação. De maneira geral, as motos suportam cerca de 180kg de capacidade máxima de carga. As menores (125cc) suportam pelo menos duas pessoas de 70kg e as maiores (GT - gran touring), duas pessoas de 75kg e cerca de 30kg de bagagens. Evite levar duas pessoas na moto se o peso somado de ambas for superior a isso, pois incorre em sério risco de vida. Alguma parte/peça, incluindo o quadro, pode romper-se e causar um gravíssimo acidente. Se seu peso for superior a 120kg, não é recomendado levar garupa na moto. As motos de maior cilindrada suportam melhor este tipo de esforço e são mais recomendadas para aqueles que são altos e pesados. Quem é pequeno sofre de um jeito, que é grande sofre de outro. É a vida. Boa sorte e pilote consciente.

      Excluir
  30. Muito boa a moto, comprei a minha a 1 mês e estou muito satisfeito

    ResponderExcluir
  31. Esse moto é muito top! Sério... é uma das naked que mais me encanta.

    ResponderExcluir

ATENÇÃO: seu comentário passará pelo moderador antes de ser publicado, então não será publicado imediatamente. Procure escrever em bom Português e não utilize linguagem ofensiva. Se comentar como anônimo, informe seu nome. Comentários desrespeitosos, ofensivos e com linguagem imprópria serão excluídos.