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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

SUZUKI V-STROM 650XT 2015: liberdade para ir mais longe.

Por Waldyr Costa
Imagens divulgação.

Versão XT dá aspecto mais desbravador à V-Strom 650.

Após o lançamento da nova V-Strom 1000 ABS, a Suzuki expande o leque de opções das suas aventureiras com a inclusão da versão XT (a Yamaha não gostou) para a sua V-Strom 650. Já são 12 anos de sucesso e satisfação dos clientes, dentre os quais, 6 anos de liderança absoluta no mercado mundial, chegando a vender quase o dobro da segunda colocada em 2007: a DL650 V-Strom escreveu bem o seu nome na história da marca. A cada ano surge uma nova rival, mas nenhuma consegue competir com igualdade em vendas com a V-Strom por mais de 1 ano consecutivo, ela sempre supera as concorrentes rapidamente. Comercialmente, é um ás para a Suzuki.


A linha de opcionais deixa ela com cara de cruzadora de mundos.

A V-Strom 650 é uma das melhores motos da marca, com as qualidades e características que a Suzuki habitualmente oferece em seus produtos: bom custo-benefício, economia e desempenho. Para não mencionar o conforto, um dos seus trunfos, e a boa capacidade de carga para longas viagens. O crescente mercado das motos “aventurísticas” vem crescendo nos últimos anos e essa versão XT vem com uma vasta linha de acessórios que a deixa com capacidade para cruzar o mundo sem precisar de muito mais do que a própria Suzuki oferece.

Evitando os supérfulos e caprichando na aerodinâmica, a Suzuki consegue um com resultado pata a V-Strom 650XT.

CONCEITO

“Mais Versátil, Mais Aventureira”. Nas palavras da própria Suzuki, este foi o conceito para a V-Strom 650XT: máxima diversão em longas viagens com versatilidade, conforto e facilidade na pilotagem. A versão XT é diretamente derivada da versão normal da V-Strom 650, com a troca das rodas rígidas pelas rodas raiadas mas mantendo os pneus sem câmara, um estilo mais aventureiro e uma maior gama de acessórios.

Com um tanque de 20 litros a autonomia pode facilmente superar os 400km, pois o consumo sempre supera os 20km/L.

Os destaques da V-Strom 650XT são:

• Excelente motor V2 de 645cc reais.
• Injeção eletrônica eficiente.
• Quadro leve e compacto de alumínio.
• Novas rodas raiadas com pneus radiais sem câmara.
• Freios com um leve sistema de ABS digital.
• Conforto e ergonomia.
• Painel de instrumentos multifuncional.
• Ajuste de altura do pára-brisa em 3 posições.
• Regulagem da suspensão traseira sem ferramentas.
• Assento baixo.
• Novo desenho do “bico de pato” na frente.
• Corpo estreito e compacto.
• Nova linha de malas acopláveis como opcionais.

O motor é originário da SV650, que virou Gladius. Esportivo e econômico, foi ajustado às necessidades de uso das V-Strom.

MOTOR

O propulsor é o velho conhecido V2 a 90º, 4-tempos, 645cc, com duplo comando no cabeçote e muito torque em baixas e médias rotações. O motor também se caracteriza pelo desempenho em alta rotação, permitindo boa velocidade final, acima dos 200km/h, que para uma moto deste tipo é mais que suficiente. Ele permite bom tráfego da moto na cidade, nas estradas de terra e nas longas jornadas cruzando montanhas com subidas íngremes e intermináveis.

A V-Strom tem ótima velocidade de cruzeiro e pode passar dos 200km/h em velocidade final. 

A receita para o bom desempenho do motor também já é conhecida daqueles que conhecem um pouco da mecânica desta marca: SDTV - Suzuki Dual Throttle Valve (borboletas duplas no corpo de aceleração/carburação da injeção eletrônica); duas velas de irídio por cilindro - além de otimizar a queima da mistura com duas centelhas, a utilização de vela de irídio dá mais eficiência e durabilidade; SCEM - Suzuki Composite Eletrochemical Material - os cilindros recebem banho eletroquímico com material composto para reduzir o atrito, dissipar mais calor, melhorar a vedação dos anéis dos pistões e aumentar a resistência à abrasão, otimizando a dinâmica do motor em todas as rotações.

O conforto aliado à funcionalidade e economia fez a fama das DL650 V-Strom. Com a versão XT ela está ainda mais apta.

Outro item que mereceu cuidado especial para esta versão foram os cames das válvulas. Elas passaram por revisão de desenho e ganharam novos perfis que melhoraram o torque em médias e baixas rotações. As válvulas perderam o sistema de duas molas, ganhando simplicidade e durabilidade com apenas uma mola por válvula. As quatro velas de ignição passaram e ser de irídio, que produz uma centelha mais forte e uniforme, melhoram a combustão, que dá mais potência, resposta de aceleração mais uniforme, partida a frio mais rápida e marcha lenta mais estável, comparado-se com uma vela comum. A utilização de duas velas por cilindro aumenta a eficiência do motor, o que reflete em mais desempenho e economia de combustível.

Apesar de não ser boa para um off-road mais forte, as estradas de terra não são um problema para as V-Strom.

O sistema de injeção utiliza duas borboletas no corpo de admissão (SDTV) para a entrega de potência ficar mais suave e melhorar a mistura ar/combustível (carburação). Os injetores têm 10 vaporizadores (10 furos) que produzem gotículas microscópicas de combustível, permitindo a dissipação total do combustível no ar dentro do coletor de admissão, deixando a mistura bem uniforme e reduzindo o consumo de combustível desnecessário. O sensor de marcha-lenta (TI-ISC) é integrado à admissão, facilita as partidas e a estabilidade da marcha lenta em climas mais frios, mantendo as emissões de poluentes bem baixas. É um sistema bem pequeno e leve, desenvolvido pela própria Suzuki. A alimentação de combustível têm dois sistemas de resposta e um sensor de pressão na admissão para controlar a eficiência da combustão e manter os níveis de poluentes dentro do exigido pelas mais rígidas normas.

As rodas raiadas ganham em desempenho nas estradas não pavimentadas mas perdem rigidez para o piso de concreto.

Assim como nas novas GSX-S1000 e Bandit 1250S 2015, o filtro de óleo da V-Strom 650XT também recebe um sistema de refrigeração líquida em sua base, que nem a V-Strom 1000 tem. Esse sistema mantém o lubrificante mais frio, mesmo sendo menos eficiente que um radiador de óleo dedicado, ele consegue melhorar a estabilidade da viscosidade do óleo, que vai variar menos devido à menor variação na temperatura de trabalho. É pequeno, mas funciona. Já o radiador recebeu aletas em seu contorno, na parte da carenagem lateral, com dutos direcionadores de vento, para aumentar a capacidade de refrigeração e o conforto na pilotagem, já que o vento força o ar quente para longe das pernas do piloto.

Um conjunto bem equilibrado e conhecido no mercado. A V-Strom XT vem com mercado cativo.

CHASSIS

O quadro é o mesmo da V-Strom 650 atual: uma estrutura de dupla viga, com seções de alumínio fundido e extrudado. A balança traseira é feita com braços e pivô extrudados e a seção da junta fundida. O curso da balança é de 159mm no eixo da roda traseira. A substituição das rodas de liga de alumínio por rodas raiadas melhora a capacidade de absorção do quadro em baixas velocidades. O conjunto é leve, com boa rigidez, dando estabilidade e mais manobrabilidade que os quadros de aço.

Rodas DID e pneus radiais sem câmara. Uma combinação antes exclusiva dos modelos top.

Sobre as rodas, elas são fabricadas pela DID, conhecida pela qualidade das correntes de tração que produz. Outro destaque das rodas é o fato de que, mesmo sendo raiadas, elas foram projetadas para receber pneus sem câmaras. Não é preciso falar o quanto é vantajoso não ter câmara de ar. As rodas são aro 19” na frente e aro 17” na traseira, com pneus radiais 110/80 R19 59H e 150/70 R17 69H respectivamente, modelo Trail Wing da Bridgestone.

A ergonomia, que já era muito boa, foi melhorada. A DL650XT quer ganhar o mundo.

A posição de pilotagem foi pensada para as longas jornadas. A parte da frente do assento, onde ele encosta no tanque, está mais estreita para facilitar as manobras com ela parada, também ajuda na ergonomia. A suspensão dianteira tem 150mm de curso no eixo da roda e conta com regulagem da pré-carga da mola em 5 posições, isto melhora a capacidade de adaptação da moto ao estilo do piloto e ao tipo de piso sobre o qual ela trafega. 

A boa capacidade de carga, com os acessórios oferecidos, rivaliza com os modelos de alta cilindrada.

Na traseira, o ajuste da pré-carga da mola fica a cargo de uma roldana no lado direito, entre os dois parafusos de encaixe do pedal do garupa no quadro. Como a regulagem é do tipo rosca, não tem níveis de ajuste, o que dá mais liberdade de escolha e não precisa de ferramenta, mas tem a desvantagem de não ter um marcador para você voltar a uma posição anterior que gostaria de usar. É preciso memorizar as voltas dadas para os ajustes de sua preferência, mas normalmente as pessoas preferem uma só posição para todas as situações.

O conjunto de acessórios opcionais é excelente, mas você também precisará ser excelente financeiramente.

O sistema de freios é dotado de um ABS feito exclusivamente para este modelo, mais leve e compacto. Mas é sempre bom lembrar aos amigos motociclistas que o ABS não diminui a distância de frenagem, apenas evita que a roda trave quando o tipo de piso muda repentinamente durante o uso dos freios ou quando o piloto exagera na força no manete ou pedal do freio, mantendo a capacidade de frenagem e o controle da moto. Porém um piloto experiente pode conseguir menor espaço de frenagem sem o ABS. 

As cores disponíveis são quatro: cinza, branco, azul e o vermelho acima.

SISTEMA ELÉTRICO

O painel de instrumentos inclui tela LCD multifunção e tem bom acabamento. O indicador de marcha está bem centralizado e bem destacado, juntamente com o velocímetro. Há um interessante indicador de perigo de congelamento na rodovia para quem trafega em temperaturas muito baixas - quem já trafegou com temperaturas abaixo de 4ºC sabe bem o que é isso - ele avisa quando a temperatura ambiente fica abaixo de 3ºC, através de um led, que só apaga quanto a temperatura supera os 5ºC. O marcador de consumo instantâneo ajuda o viajante a se programar entre os abastecimentos em locais onde os postos de combustível são escassos. O seletor de medições do painel está na manopla esquerda, no mesmo local onde também se usa o “corta-luz” ou lampejador do farol.

O painel é completo e similar ao modelo básico.

Na tela LDC tem:
- Velocímetro
- Odômetro + dois parciais
- Indicador de marcha
- Marcador de combustível
- Termômetro do radiador
- Relógio
- Termômetro ambiente
- Indicador de consumo
- Ajuste do brilho da tela (6 níveis)

Boa leitura e as informações mais importantes no painel, que conta com tacômetro analógico eletrônico.

As luzes de advertência (leds):
- Neutro
- Farol alto
- Sinalizador (pisca)
- Injeção eletrônica
- ABS
- Temperatura da refrigeração/pressão da lubrificação
- Risco de congelamento

Se for viajar por muitas estradas não pavimentadas em longas viagens, é melhor usar um conjunto de pneus com cravos.

DESIGN

Como foi dito anteriormente, o conceito da moto foi “Mais Versátil, Mais Aventureira”; porém isso serve para os engenheiros. Mas para o desenho, outros parâmetros são necessários, pois o conceito é visual. Os “arquitetos” são os projetistas de design, e para eles foi colocado que o estilo seria “Robusto, esperto e selvagem”. Para tanto foi trabalhada a imagem de máquina resistente, com linhas esportivas e proporções balanceadas. Foram usadas combinações de pintura com partes sintéticas de diferentes texturas em preto e detalhes que enfatizam a funcionalidade. Todos os elementos de acabamento priorizaram o conforto.

Os faróis contam com a vantagem de manter os dois fachos sempre acesos, tanto na luz baixa quanto na alta.

A volta do “bico-de-pato” nas Suzuki se deu com a V-Strom 1000 2014 (que você pode ver aqui), um design que nasceu em 1987, para a DR-Z que participaria do Rally Paris-Dakar em 1988, e nasceu em produção na moto DR-BIG ou DR750, a mesma moto do Paris-Dakar colocada à venda para ser usada nas ruas e estradas. O design já foi copiado por diversas marcas, como Honda e BMW. Mas este estilo permaneceu como uma identidade aventureira da Suzuki até a saída de linha da DR800, que na verdade tinha um motor monocilindro de 780cc, evoluído do 750cc.
A V-Strom 650XT traz alguma semelhança com o novo bico da sua irmã maior, porém manteve sua própria identidade visual.

O bico ficou diferente na XT, mas mantém boa integração com o design. De frente, o "efeito pato" é imediato.

O novo bico é suavemente integrado à frente da moto, diferindo-se um pouco do modelo 2014, ganhou um detalhe prateado ao centro, na base e as aberturas laterais são dutos que levam o ar para o radiador, portanto tem a funcionalidade se aproveitando da estética. Ainda na frente encontra-se um par de faróis que opera simultaneamente com um par de lâmpadas halógenas de 60/55W, lado a lado, ambos acesos tanto em farol baixo como em alto. Além disso, também há um par de lâmpadas de posicionamento de 5W dentro de cada refletor.

Duas lâmpadas halógenas de 55/60W oferecem iluminação equivalente à de um carro.

O pára-brisas (escudo defletor) de acrílico à frente do piloto tem três alturas para escolher: baixo, normal e alto. Ele foi desenvolvido em túnel de vento para reduzir os ruídos e a fadiga do piloto. O escudo agora está 30mm mais perto do piloto, comparado ao modelo básico; isto reduziu a turbulência e melhorou a proteção aerodinâmica. Isso é mais ou menos como “pegar o vácuo” numa corrida, quanto mais próximo você tiver do anteparo que fornece o “vácuo”, menos turbulência você terá. A regulagem permite que a proteção deslize 24mm para cima (e 8mm para trás) ou 18mm para baixo (e 18mm para frente) a partir da posição “normal”. Uma boa para qualquer usuário.

O banco segura o garupa para ele não deslizar sobre o piloto nas reduzidas.

O assento oferece grande liberdade de movimento e posicionamento, permitindo aos menores ficarem mais à frente e os maiores, mais atrás. Além disso, com a parte da frente mais estreita é mais fácil encostar os dois pés no chão, que ajuda muita nas manobras, mesmo para os mais altos. A parte traseira do assento tem uma camada anti-deslisante que mantém o passageiro/garupa confortável e seguro, sem ficar caindo sobre o piloto durante as reduções e frenagens; esta parte do assento também está nivelada com as malas laterais, pois foi levado em consideração que poderia ser carregado um volume largo sobre o banco do passageiro e as malas, aumentando consideravelmente a capacidade de carga para o viajante. O detalhe em “couro” cinza, costurado com linha vermelha é exclusivo da versão XT e é uma das principais diferenças para o modelo básico.

Os acessórios são muito úteis, até o protetor de corrente em alumínio, inquebrável, é ótimo para as longas viagens.

A lista de acessórios inclui:
- Malas laterais e baú
- Protetor de cárter
- Defletor de pára-brisa
- Faróis led auxiliares
- Suporte para acessórios
- Protetor de corrente em alumínio
- Cavalete central
- Tomada 12V (tipo acendedor de cigarros - carros)

Faróis auxiliares são indispensáveis para trafegar nas estradas não pavimentadas.

Cores de lançamento para 2015:
- Matt Fibroin Gray
- Pearl Bracing White
- Metallic Triton Blue
- Candy Daring Red

O protetor do cárter evita amassados nos tubos coletores de escape e protege o filtro de óleo.

FICHA TÉCNICA

Motor: V2 @ 90º
Ciclo: 4 tempos
Válvulas: 2+2, com duplo comando no cabeçote
Refrigeração: líquida
Cilindrada: 645cm³
Taxa de compressão: 11,2:1
Alimentação: injeção eletrônica
Partida: elétrica
Ignição: transistorizada e velas de irídio
Lubrificação: cárter úmido
Câmbio: 6 velocidades
Relação final de tração: 17 x 45 dentes (pinhão x coroa)

O cavalete central é essencial para fazer manutenção em viagens e em casa, deveria vir de série.

Suspensão dianteira: telescópica com molas, amortecida a óleo
Suspensão traseira: com links, mola e monoamortecida com óleo
Rake/trail: 26º / 110mm
Freios: disco duplo na frente e simples atrás
Pneus: 110/80R19 M/C 59H e 150/70R17 M/C 69H, ambos sem câmara
Tanque: 20 litros
Óleo: 2,4 litros
Vão livre: 175mm
Entre-eixos: 1560mm
Altura do assento: 835mm
Peso abastecida: 215kg

Aquecedor de manopla para cruzar as cordilheiras em temperaturas abaixo de 10ºC.

Protetor de mãos: além de pedriscos, protege também contra o frio e a chuva, mantém a luva e as mãos secas.

O suporte para acessórios também protege o radiador em caso de queda.
Se gostou e vai levar uma pra casa, boa viagem, boas aventuras e boas férias.



22 comentários:

  1. É show esta V-Strom. Parabéns à Suzuki!

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  2. Na concessionária Brasil-SP diz não dispor do modelo DL 650 XT para venda. Esta informação é verdadeira?

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    1. Olá. Não há por que duvidar da concessionária se ela é a maior interessada em poder atender o cliente. Todos os novos modelos e renovações da Suzuki apresentados em 2014 no EICMA Milão - Itália, e anunciados pela JToledo para o Brasil naquela época, ainda não tiveram a data de estréia divulgada em nossas lojas (até hoje 26/06/2015 10h00). Mas em julho/agosto de 2015 devem começar a chegar (ou ser anunciada a data) as GSX-S1000 (F), Bandit 1250SA e DL650XT. Essas motos devem chegar aqui já como modelo 2016, e como é hábito da JToledo, os lançamentos chegam entre 6 meses e 1 ano depois da Europa. Neste momento elas estão estreando na América do Norte, e a América do Sul (Brasil) deve ser o próximo passo. Elas estrearam nas lojas da Europa entre abril e maio deste ano e nem todos os países de lá dispõem do modelo. No máximo, nos salões de moto deste fim de ano elas aparecerão. Fique atento que sempre saem novidades na nossa fanpage do Facebook: www.facebook.com/jornaldomotociclista e obrigado por participar.

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  3. Quando realmente vai ser possivel comprar aqui no Brasil e qual será o preço?

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    1. Toda a linha Suzuki que foi lançada no EICMA em 2014 como modelos 2015 começaram a ser vendidas na Europa somente entre março e junho deste ano, dependendo do modelo. Elas deverão ser lançadas oficialmente aqui no Brasil no Salão Duas Rodas 2015 em outubro próximo. As motos que estrearão no Brasil, conforme foi noticiado na época do lançamento em Milão, serão a naked GSX-S1000, a carenada GSX-S1000F, a nova versão 650X da V-Strom e a Bandit 1250S com a "nova" frente. A 750 naked pode chegar com o novo nome GSX-S750 ao invés do conhecido GSR750, mas isso não está confirmado, pois em alguns mercados ela não mudou de nome. Quanto ao preço, a versão X da V-Strom custartá um pouco mais do que a versão básica. Vamos torcer para que, mesmo com essa retração financeira do mercado, a JToledo não tenha mudado de idéia sobre os lançamentos da Suzuki no Brasil. Boa sorte.

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  4. MEEEENTIIIIIIIRAAAAAAAAAAAAA!!!! COmprei uma xt 650 e ela custa a dar 17 km/l. Para dar 17km /litro eu tenho que andar sozinho, sem nenhuma bagagem e não passar de 130 km por hora. Se passar o cosumo vai para 14km/L fácil facil!!!!!!!!!!!

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    1. Olá, José Luiz. Apesar da sua falta de respeito, vou responder sua afirmação. Nas condições que você falou, "para dar 17km/litro eu tenho que andar sozinho, sem nenhuma bagagem e não passar de 130 km por hora", minha Bandit 1250S (nessas mesmas condições) faz até 19km/L. Considere que a Bandit é beberrona comparada à DL. Se sua moto é 0km, o consumo ainda vai melhorar bastante conforme o motor for amaciando, isso é normal. Se já comprou usada, algo está errado. Leve na concessionária ou a um mecânico experiente e de confiança para fazer uma verificação geral na moto. Tenho amigos que fazem entre 22 e 26km/L com esta moto. As informações divulgadas neste site, ou são oficiais da montadora, ou de nossa avaliação ou de outras fontes confiáveis. Não fabricamos mentiras, prezamos pela qualidade e veracidade das informações divulgadas. Boa sorte.

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    2. Boa... Deu um tapa de luva, Waldyr... parabéns, Deseducação se combate com educação!

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  5. comprei um a vstrom xt 650 em julho amaciando motor ainda 20.5 por litro

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    1. Parabéns. Quando quiser fazer um relato, fique à vontade. O pessoal na Europa chega a fazer até 28km/L, ela faz uns fácil uns 26km/L se pilotar de leve e com cuidado. Mesmo com a nossa "alcoolina" acho que você ainda consegue uns 25km/L nas mesmas condições. Boa sorte e pilote consciente.

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  6. Qual será o preço dessa moto com todos esses acessórios? Alguém poderia me falar? Procurei e não vi o preço.

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    1. Olá Zafenate. Procure uma revenda Suzuki próxima a você pois os preços variam. A moto não tem uma versão "com todos os acessórios" pois eles são opcionais. Diferentemente dos carros que têm sempre uma versão com muitos acessórios, as motos infelizmente nunca têm, especialmente com estes acessórios, pois nem todos podem estar disponíveis no Brasil. A única forma é mesmo procurar uma concessionária e fazer um orçamento. Boa sorte e pilote consciente.

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  7. PARABÉNS Waldyr! É extremamente difícil encontrar uma descrição tão técnica e completa a respeito de uma motocicleta. A partir da leitura que fiz de seus comentários a decisão da compra ficou fácil! Fui até a Revenda Suzuki aqui em Porto Alegre, fiz o teste rider, comprei e estou TOTALMENTE satisfeito com a moto. Sabendo andar com racionalidade os 20km/l são tranquilos.

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    1. Olá, Antônio. Que bom que deu tudo certo e você está satisfeito com seu brinquedo. Este blog é pra quem realmente gosta de moto e gosta de ler a respeito. Ele nasceu da necessidade de conseguir encontrar o que você falou nas publicações existentes, matérias completas e imagens com qualidade, se não tiver os dois eu não faço a matéria. E quando quiser deixar seu relato sobre a moto, fique à vontade, você estará ajudando outros motociclistas com mais informação. Obrigado por participar, boa sorte e pilote consciente.

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  8. Boa noite.
    Tenho uma Harley dyna 1600 e estou querendo comprar uma outra e gostei muito da maneira como apresentou esta moto. Fui ver numa concessionária da minha cidade e achei o preço por aqui meio salgado; 37.770,00 contra 33.900,00 em média na webmotors (2016 - 2017).
    Estou entre a triunf tiger 800 xr e esta moto apresentada por vcs.
    Parabéns pela qualidade e aguardo uma dica sua.

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    1. Olá, Francisco. A Suzuki anunciou uma promoção que já dura algumas semanas, ela está "queimando" os modelos 2016 pois os modelos 2017 estão a caminho. Veja em
      http://suzukimotos.com.br/promocao/
      O preço que estão cobrando por aí não está nada bom. Cote enm outras cidades vizinhas. Se for comprar à vista exija o preço da promoção do link acima. Faça cotações também com a Triumph. São duas motos excelentes, qualquer uma lhe servirá bem, mas tudo depende de suas preferências, prioridades e gosto pessoal. Além, é claro, do aspecto financeiro. A Suzuki é mais econômica (melhor custo benefício) e a Triumph tem um motor mais forte, é "mais exclusiva" tem melhor design e oferece mais status. A Suzuki vem com modelo novo para 2017, muito parecido com a V-Strom 1000, mas ainda não temos a data para o Brasil (veja em nossa fanpage no facebook: https://www.facebook.com/jornaldomotociclista/). A escolha é sua.

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  9. Olá! Parabéns pela reportagem! Possuo uma DL 650, 2015/16, e realmente é uma excelente moto. Falo especialmente, entre outras questões, em relação a economia: andando, logicamente a 80km/h, fiz incríveis 27,5km/L!!! E andando com os baús, garupa e em torno de 100km/h, não baixou dos 22km/L. Minha única frustração foi a pane que deu no painel, ou seja, tive que colocar um novo em função de infiltração de água da chuva que peguei... Painel igual ao apresentado na reportagem!!! Isso foi decepcionante! Abraço!

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  10. Ops! Esqueci o nome... Jaime Ludwig Thomas

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    1. Olá Jaime. Obrigado pela colaboração. Muitos motociclistas acham o consumo a coisa mais importante numa moto, por isso foi muito boa essa sua contribuição. Uma pena que seu painel teve infiltração. A moto não estava mais na garantia e você teve que pagar? Espera que dê tudo certo daqui pra frente. Boa sorte.

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  11. Olá, tenho uma 14/15 estava bem feliz com a motoca... acontece que do nada a luz do ABS acendeu e não apaga mais, levai na CC aqui em salvador, só pra passar o aparelho me cobraram R$200,00 e para minha surpresa acusou o "ATUADOR DO ABS" CUSTANDO A BAGATELA DE R$11.760 tentei contato com a call center da Suzuki a mesma não atente, só mocupado, passo e-mail e nada de resposta, frustração total, moto nova com 19.000 km rodados e pouco mais de um ano e meio de uso, realmente broxante.... vou acionar a justiça para ver o que dá, ou então tocar fogo na porta da J. Toledo, comprar a dita peça é que não... boa sorte aos confrades... Estou em Salvador, Bahia.

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    1. Olá Roniel. Um grande azar ter acontecido isso. Normalmente tem pelo menos um mecânico craque em motos aí em Salvador. Alguém com conhecimento pode conseguir uma solução alternativa. Algumas delas: verificar as conexões e testar os cabos, verificar e/ou corrigir o software, corrigir/consertar o hardware em caso de defeito, importar a peça da Europa ou EUA (bem mais barato, se tiver alguém vindo de lá, melhor ainda) em último caso. Infelizmente não conheço ninguém para lhe indicar pois não tenho contatos em Salvador. Mas procure outras concessionárias em cidade vizinhas também, não custa nada tentar. Já vi casos parecidos com o seu que o problema era mal contato. O scanner as vezes não diferencia peça com defeito de software falhando ou mal contato no conector. Em algumas concessionárias, se você deixar, eles trocam a moto toda e te mandam a conta de uma moto nova, infelizmente com todas as marcas acontece isso, não é culpa do fabricante e sim falta de escrúpulos dos comerciantes ou concessionários. Em todo caso, se tiver mesmo que trocar a peça, é recomendado consultar um advogado, pois o que lhe foi cobrado parece absurdo. Tenha um pouco mais de paciência e, quem sabe, você encontra uma boa solução. Boa sorte.

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  12. Muito massa essa moto! Eu sou apaixonado por essa linha estrada da Suzuki, para mim, é uma das melhores. Essa moto é uma delícia de pilotar, e alcança uma velocidade bacana.

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